Filmes por gênero

ANNA KARENINA (1948)

Anna Karenina
imagem

Ficha Técnica

Outros Títulos: Ana Karenina (Portugal)
Anna Karénine (França)
Pais: Reino Unido
Gênero: Drama
Direção: Julien Duvivier
Roteiro: Jean Anouilh, Julien Duvivier, Guy Morgan
Produção: Alexander Korda
Música Original: Constant Lambert
Fotografia: Henri Alekan
Edição: Russell Lloyd
Direção de Arte: Andrej Andrejew
Figurino: Cecil Beaton
Guarda-Roupa: Sam Benson, Ivy Baker, Rene Coke
Maquiagem: Harold Fletcher
Efeitos Sonoros: John Cox, Bert Ross, Red Law
Efeitos Especiais: Cliff Richardson, W. Percy Day, Ned Mann
Nota: 8.3
Filme Assistido em: 1950

Elenco

Vivien Leigh Anna Karenina
Ralph Richardson Alexei Karenin
Kieron Moore Conde Vronsky
Hugh Dempster Stefan Oblonsky
Mary Kerridge Dolly Oblonsky
Marie Lohr Princesa Scherbatsky
Frank Tickle Principe Scherbatsky
Sally Ann Howes Kitty Scherbatsky
Niall MacGinnis Konstantin Levin
Michael Gough Nicholai
Martita Hunt Princesa Betty Tversky
Heather Thatcher Condessa Lydia Ivanova
Helen Haye Condessa Vronsky
Mary Martlew Princesa Nathalia
Ruby Miller Condessa Meskov
Ann South Princesa Sorokina
Gus Verney Principe Makhotin
John Longden General Serpuhousky
Austin Trevor Coronel Vronsky
Leslie Bradley Korsunsky
Beckett Bould Matvey
Gino Cervi Enrico
Michael Medwin Médico
John Salew Advogado
Judith Nelmes Srta. Hull
Valentina Murch Annushka
Therese Giehse Marietta

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Anna Karenina é casada com Alexei Karenin, um frio funcionário do governo em São Petersburgo, que é aparentemente mais interessado em sua carreira do que em satisfazer as necessidades emocionais de sua esposa. Chamada à Moscou por seu irmão Stefan Oblonsky, um réprobo que tem sido infiel à sua esposa Dolly, Anna encontra a condessa Vronsky no trem noturno. Elas falam de seus filhos, com a condessa mostrando à Anna uma foto do seu, o Conde Vronsky, um oficial de cavalaria.

O jovem oficial aparece no trem para se encontrar com a mãe, e sente-se instantaneamente apaixonado por Anna. Na ocasião, ele demonstra seu interesse por ela, que recatadamente se afasta. Em um grande baile, ele continua a persegui-la, para o deleite de espectadores fofoqueiros. Mas a pobre Kitty Shcherbatsky, irmã de Dolly, que se acha encantada com ele, é humilhada por seu comportamento e deixa o baile, para aflição de Konstantin Levin, um pretendente rejeitado por ela.

Quando Anna retorna à São Petersburgo, Vronsky a segue e se faz conhecer como seu companheiro. Em pouco tempo, a sociedade passa a sussurrar sobre o caso e a fofoca chega aos ouvidos de Karenin. Mais preocupado com sua posição social e política do que com a paixão de sua esposa, ele ordena que ela se afaste de Vronsky. Ela tenta, mas não consegue e termina engravidando dele.

A criança é natimorta e Anna quase morre no parto. Ela pede perdão a Karenin, que friamente concede e, num gesto de generosidade, permite que o oficial a visite. Constrangido pelo escândalo, Vronsky tenta atirar em si mesmo, mas não consegue.

Anna procura novamente viver com Karenin, mas não consegue tirar Vronsky de sua cabeça. Ela, finalmente, deixa o marido e o filho para viver com ele na Itália. Mas suas dúvidas sobre os verdadeiros sentimentos de Vronsky crescem e ela, finalmente, o abandona. Ao perceber que perdeu tudo, Anna caminha por uma via férrea e se suicida ao se jogar contra um trem

imagem

Comentários

Realizado pelo cineasta Julien Duvivier, a partir de um roteiro por ele escrito ao lado de Jean Anouilh e Guy Morgan, “Anna Karenina” é um bom filme britânico produzido pela London Film Productions em 1948. Baseada numa obra homônima do escritor russo León Tolstoy, escrita em 1877, sua trama conta a trágica história de uma mulher casada que se apaixona por um conde. Essa obra foi levada ao cinema por diversas vezes, sendo a mais famosa aquela produzida em 1935, com Greta Garbo.

Na direção, Duvivier realiza com sensibilidade um bom trabalho. Por outro lado, a fotografia de Henri Alekan e o figurino, a cargo de Cecil Beaton, chamam a atenção do espectador.

No elenco, Vivien Leigh brilha no papel-título, seguida pelas ótimas atuações de Kieron Moore e Ralph Richardson.

CAA