Filmes por gênero

NÃO ME MANDEM FLORES (1964)

Send me no flowers
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Ne m'envoyez pas de fleurs (França)
Non mandarmi fiori! (Itália)
No me mandes flores (Espanha, México)
Schick mir keine Blumen (Alemanha)
Skicka inga blommor (Suécia)
Nie przysylaj mi kwiatów (Polônia)
Älä lähetä kukkia (Finlândia)
Når enken er go' (Dinamarca)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Comédia Romântica
Direção: Norman Jewison
Roteiro: Julius Epstein
Produção: Harry Keller
Música Original: Frank De Vol
Direção Musical: Joseph Gershenson
Coreografia: David Winters
Fotografia: Daniel L. Fapp
Edição: J. Terry Williams
Direção de Arte: Alexander Golitzen, Robert Clatworthy
Figurino: Jean Louis
Maquiagem: Bud Westmore
Efeitos Sonoros: Joe Lapis, Waldon Watson
Nota: 8.2
Filme Assistido em: 1965

Elenco

Doris Day Judy Kimball
Rock Hudson George Kimball
Tony Randall Arnold Nash
Paul Lynde Sr. Akins
Hal March Winston Burr
Edward Andrews Dr. Ralph Morrissey
Patricia Barry Linda Bullard
Clint Walker Bert Power
Clive Clerk Vito
Dave Willock Leiteiro
Aline Towne Cora
Christine Nelson Enfermeira
Tommy Cook Paul, jogador de tênis
Lou Byrne Secretária
Forrest Draper Harry Hanson
Jean Paul King Garçom
Don Anderson Membro do Country Club
Hal Taggart Membro do Country Club
Herb Vigran Anunciante da TV
Maureen Janzen .
Helene Winston .

Prêmios

Prêmios Laurel, USA

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Atriz em uma Comédia (Doris Day)

Indicações

Prêmios Laurel, USA

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Ator em uma Comédia (Rock Hudson)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse


George Kimball é um homem casado extremamente hipocondríaco.  Diariamente, toma inúmeros comprimidos e sempre está a reclamar alguma coisa em relação à sua saúde.  Judy, sua mulher, prepara umas pílulas de açúcar que ele as toma para ter um bom sono e se dá muito bem há cinco anos.  Num desses dias, vai ao consultório de seu amigo, Dr. Ralph Morrissey, a quem diz estar sentindo fortes dores no peito.

Ao examiná-lo, o médico não encontra absolutamente nada.  De qualquer forma, como o conhece, entrega-lhe uns comprimidos inofensivos como se fossem para curar as supostas dores.  Enquanto George vai à copa, pegar água para tomar um dos comprimidos, ouve o Dr. Morrissey conversando ao telefone com um cardiologista sobre o estado terminal de outro paciente.  Acreditando que a conversa gira em torno de sua pessoa, põe na cabeça que só tem algumas semanas de vida.

No trem, de volta para casa, encontra seu amigo, vizinho e advogado, Arnold Nash, a quem pede que guarde segredo sobre seu estado terminal.  Na conversa, confidencia que Judy não tem estrutura suficiente para enfrentar a vida sozinha, de modo que, ainda em vida, vai procurar escolher um bom homem para ser marido dela após sua morte.

No dia seguinte, compra um jazigo para três corpos, já admitindo Judy e o futuro marido.  Junto com Arnold, começa a analisar uma lista dos melhores partidos solteiros.

No Clube que freqüentam, Judy encontra Bert Power, um velho amigo da época do colégio que há muito não o via.  Os dois conversam animadamente por um bom tempo, colocando o papo em dia.  Ao vê-los juntos, George e Arnold acreditam que o problema do futuro marido já está resolvido.  George chega, inclusive, a sugerir que Judy e Bert passem a tarde no clube jogando tênis, golfe e bridge.

Em casa, ele grava uma mensagem para a mulher ouvir depois de sua morte, onde fala do grande amor que sempre teve por ela, a ponto de se preocupar em encontrar um novo marido para que ela não ficasse desamparada.

À noite, de volta ao Clube, George tenta evitar que Linda Bullard, uma jovem senhora em fase de divórcio, caia na conversa de um vigarista.  Agradecida, ela lhe dá um beijo no rosto, o que é visto casualmente por Judy.  Esta imagina que o marido está tendo um caso com Linda, razão pela qual nota que ele a está empurrando para os braços de Bert.  Quando ela o procura para tomar satisfações, ele nega tudo e confessa que só tem poucas semanas de vida.

Preocupada com o estado de saúde do marido, Judy programa uma viagem à Rochester a fim de que George possa consultar um grande especialista na famosa Clínica Mayo.  Antes de partirem, entretanto, ela tem a oportunidade de conversar com o Dr. Morrissey, que lhe reafirma ter seu marido uma saúde de ferro.

Pensando que essa história, de que se encontrava em estado terminal, seria apenas a forma por ele encontrada para abafar seu caso de adultério com Linda, ela joga todos os remédios dele no lixo e o põe pra fora de casa.  George é então acolhido na casa de Arnold.  A situação se complica ainda mais quando, por sugestão de Arnold, George mente para Judy, ao dizer-lhe que teve realmente um caso de adultério mas que, arrependido, pede-lhe que o perdoe.

Finalmente, quando o corretor bate à sua porta para entregar-lhe a documentação do jazigo que George comprara, Judy consegue entender todos os passos dados por ele, a partir do momento em que supôs encontrar-se em fase terminal.  Por conseqüência, tudo volta ao normal na vida do casal.

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Comentários

Baseado numa peça escrita por Norman Barasch e Carroll Moore, "Não Me Mandem Flores" é mais uma deliciosa comédia com Doris Day.  Realizado pelo cineasta Norman Jewison, o filme conta a história de um hipocondríaco, mostrando as trapalhadas em que se mete quando pensa que só tem poucas semanas de vida.

Jewison realiza um trabalho consistentemente bom.  Roteiro, fotografia e trilha sonora são outros três quesitos bem apresentados.  No elenco, o destaque é o trio formado por Doris Day, Rock Hudson e Tony Randall, com ênfase para o desempenho de Doris.  Esses três atores já haviam atuado juntos em comédias do mesmo nível, como "Confidências à Meia-Noite", de 1959, e "Volta, Meu Amor", de 1961.

CAA