Filmes por gênero

MICHAEL COLLINS - O PREÇO DA LIBERDADE (1996)

Michael Collins
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Ficha Técnica

Outros Títulos: El precio de la libertad (Argentina)
Michael Collins, el precio de la libertad (México)
Michael Collins, o epanastatis (Grécia)
Majkl Kolins (Sérvia)
Майкл Коллинз (Rússia)
Pais: Reino Unido, Irlanda, Estados Unidos
Gênero: Biográfico, Drama, Histórico
Direção: Neil Jordan
Roteiro: Neil Jordan
Produção: Stephen Woolley, Redmond Morris
Design Produção: Anthony Pratt
Música Original: Elliot Goldenthal
Direção Musical: Jonathan Sheffer
Fotografia: Chris Menges
Edição: J. Patrick Duffner, Tony Lawson
Direção de Arte: Malcolm Middleton, J. McKinstry, Cliff Robinson, Arden Gantly
Figurino: Sandy Powell
Guarda-Roupa: Clare Spragge, Lian Callaghan, Gabriel O'Brien, Ann Taylor e outros
Maquiagem: Lynda Armstrong, Morag Ross, Belinda Hodson
Efeitos Sonoros: Kieran Horgan, Eddy Joseph, Peter Holt e outros
Efeitos Especiais: Yves De Bono, Gerry Johnston, Simon Baker e outros
Efeitos Visuais: Drew Jones, Cari Thomas, Kieran Woo
Nota: 8.4
Filme Assistido em: 1997

Elenco

Liam Neeson Michael Collins
Aidan Quinn Harry Boland
Stephen Rea Detetive Ned Broy
Alan Rickman Eamon de Valera
Julia Roberts Kitty Kiernan
Ian Hart Joe O'Reilly
Richard Ingram Oficial britânico
Michael Dwyer James Connolly
Martin Murphy Capitão Lee-Wilson
Sean McGinley Smith
Gary Whelan Hoey
Frank O'Sullivan Kavanagh
Frank Laverty Sean McKeoin
Owen O'Neill Rory O'Connor
Stuart Graham Tom Cullen
Brendan Gleeson Liam Tobin
Gerard McSorley Cathal Brugha
John Kenny Patrick Pearse
Ronan McCairbre Thomas MacDonagh
Jer O'Leary Thomas Clarke
Owen Roe Arthur Griffith
Paul Bennett Cosgrave
Tom Murphy Vinny Byrne
David Gorry Charlie Dalton
Alan Stanford Vice-Consul McCready
Aiden Grennell Capelão na Prisão de Lincoln
Ian McElhinney Detetive em Belfast
Jonathan Rhys Meyers Assassino de Collins
Michael McCabe Jornalista
Charles Dance Soames
Laura Brennan Rosie

Prêmios

Festival Internacional de Veneza, Itália

Prêmio Leão de Ouro (Neil Jordan)

Copa Volpi de Melhor Ator (Liam Neeson)

Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles, EUA

Prêmio de Melhor Fotografia (Chris Menges)

Indicações

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA

Oscar de Melhor Fotografia (Chris Menges)

Oscar de Melhor Trilha Sonora Original de um Drama (Elliot Goldenthal)

Prêmios Globo de Ouro, EUA

Prêmio de Melhor Ator em um Drama (Liam Neeson)

Prêmio de Melhor Trilha Sonora Original (Elliot Goldenthal )

Academia Britânica de Cinema e Televisão, Inglaterra

Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante (Alan Rickman)

Prêmio de Melhor Fotografia (Chris Menges)

Associação dos Críticos de Cinema de Chicago

Prêmio de Melhor Ator (Liam Neeson)

Prêmio de Melhor Fotografia (Chris Menges)

Prêmio de Melhor Trilha Sonora Original (Elliot Goldenthal )

Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles, EUA

Prêmio de Melhor Música (Elliot Goldenthal )

Sociedade Nacional dos Críticos de Cinema dos Estados Unidos

Prêmio de Melhor Fotografia (Chris Menges)

Sociedade dos Filmes Políticos, Estados Unidos

Prêmio da Paz

Prêmios Satellite, Los Angeles

Prêmio Golden Satellite de Melhor Trilha Sonora (Elliot Goldenthal)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

O filme começa em 1922, quando Joe O'Reilly tenta consolar Kitty Kiernan, que se acha de luto pela morte de Michael Collins .

Em flashback, a história volta ao final do Levante da Páscoa em 1916, quando Collins, Harry Boland, Eamon de Valera e outros sobreviventes se rendem ao exército britânico. Como cidadão americano, de Valera é preso na Inglaterra, enquanto Collins, Boland e os outros prisioneiros são enviados para o Campo de Frongoch.

Após sua libertação, Collins faz um discurso em um comício eleitoral em South Longford por eleições em 1917. O comício é atacado por forças da Polícia Real Irlandesa. Collins é severamente espancado, mas é resgatado por Boland. Enquanto se recuperam na fazenda de um amigo, eles conhecem Kitty Kiernan, que inicia um romance com Boland. Dias depois, Collins é avisado pelo Detetive Ned Broy sobre o plano britânico para prender de Valera. No entanto, este proíbe qualquer pessoa de se esconder, afirmando que o clamor público irá forçar sua libertação imediata.

Boland e Collins viajam até a Inglaterra e libertam de Valera da prisão de Lincoln. Furioso por se sentir ofuscado por Collins, de Valera anuncia que vai viajar para os Estados Unidos a fim de buscar o reconhecimento de Woodrow Wilson e ordena que Boland o acompanhe. Antes de partirem, Collins sugere a Boland sua crença de que de Valera teme deixá-los a sós.

No comando, Collins ordena que o IRA comece a invadir quartéis da polícia em busca de armas. Ele também emite uma declaração afirmando que qualquer colaboração com os britânicos será punida com a morte.

Ao voltar dos Estados Unidos, de Valera decreta que o IRA ataque formalmente a Custom House. Collins se mostra contra o ataque, mas com o apoio do Gabinete, de Valera vai em frente. O ataque falha de forma catastrófica, deixando seis homens mortos e setenta capturados. Como consequência, Collins declara que o IRA só tem condições de resistir por mais um mês. Particularmente, ele comenta com Boland que o IRA vai ter sorte se conseguir resistir por mais uma semana. Para sua surpresa, no entanto, os britânicos anunciam um cessar-fogo.

De Valera ordena a Collins para ir à Londres participar das negociações com os britânicos, apesar dele afirmar que não é um diplomata. Após a assinatura do Tratado anglo-irlandês, em dezembro de 1921, de Valera explode ao saber que os termos foram publicados sem o seu acordo. Collins argumenta que o Tratado lhes dá a liberdade para alcançar a República, ainda que à custa de seis dos nove condados da província.

De Valera e seus partidários renunciam após o Parlamento aprovar o Tratado por 64 votos a favor e 57 contra. Collins e de Valera tentam influenciar as pessoas irlandesas em suas respectivas direções. Em sua vida pessoal, Collins pede Kitty em casamento e ela aceita.

Quando o povo é convocado para aprovar o Tratado, de Valera recusa-se a aceitar os resultados e ordena que o IRA apodere-se do edifício onde ficam a Suprema Corte, o Alto Tribunal, o Tribunal de Círculo e a Corte Criminal, em Dublin. Collins, agora Chefe do Estado Maior do Exército Nacional, fica chocado por ter de lutar contra antigos camaradas.

O Chefe de Governo, Arthur Griffith, informa que, se o Exército não conseguir lidar com o IRA, o exército britânico entrará em cena. Na batalha de Dublin, o IRA é derrotado. Apesar das tentativas de Collins para capturar Boland, este é baleado por uma sentinela ao tentar nadar no Rio Liffey.

Devastado pela morte de Boland, Collins viaja para o condado de Cork. Ele estende a mão para de Valera através de um intermediário, pedindo uma conferência de paz. Embora não o tenha procurado, o intermediário informa Collins que de Valera vai encontrá-lo no vilarejo de Béal na Bláth no dia seguinte. Na realidade, tudo não passa de uma emboscada onde Collins é baleado e morto.

Kitty é informada de sua morte logo após ter provado seu vestido de noiva.

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Comentários

Escrito e dirigido pelo cineasta Neil Jordan, “Michael Collins – O Preço da Liberdade” é um belo filme sobre a libertação da Irlanda do jugo inglês. A primeira parte, mais dinâmica, baseia-se essencialmente nas ações de guerrilha lideradas por Michael Collins e seu grupo. A segunda parte, mais política, mostra as dificuldades enfrentadas mesmo depois da assinatura de um tratado que dividiu o País.

Marcado por belas sequências, onde a direção de Jordan e a música de Elliot Goldenthal se destacam, o filme consegue prender a atenção do espectador até a última cena.

No elenco, o que mais se destaca é a brilhante atuação de Liam Neeson no papel principal.

CAA