Filmes por gênero

EROS, O DEUS DO AMOR (1981)

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Ficha Técnica

Outros Títulos: Eros, el Dios del amor (Argentina)
Pais: Brasil
Gênero: Drama
Direção: Walter Hugo Khouri
Roteiro: Walter Hugo Khouri
Produção: Enzo Barone
Música Original: Rogério Duprat
Fotografia: Antônio Meliande
Edição: Luiz Elias
Figurino: Paulo Afonso, Áurea Lima
Maquiagem: Jô Vitale
Efeitos Sonoros: José Luiz Sasso, Antônio César, M. Guilherme
Nota: 7.4
Filme Assistido em: 1982

Elenco

Roberto Maya Marcelo
Norma Bengell Ada
Christiane Torloni Ana, atriz de cinema
Dina Sfat Ana, mãe de Marcelo
Renée de Vielmond Ana III
Denise Dumont Ana
Kate Lyra Srta. Collins
Lilian Lemmertz Eleonora
Monique Lafond Lilith
Lala Deheinzelin Berenice
Nicole Puzzi Berenice II
Serafim Gonzales Leo
Kate Hansen Escultora
Patrícia Scalvi Renata
Dorothée Marie Bouvyer Ruth
Maria Cláudia Annelise
Alvamar Taddei Lígia
Suely Aoki Midori
Selma Egrei
José Toledo .
Fábio Vilalonga .

Prêmios

Associação Paulista de Críticos de Arte

Prêmio de Melhor Filme (Walter Hugo Khouri)

Prêmio de Melhor Direção (Walter Hugo Khouri)

Prêmio de Melhor Atriz (Dina Sfat)

Prêmio de Melhor Atriz (Renée de Vielmond)

Prêmio de Melhor Atriz (Norma Bengell)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

São Paulo, grande metrópole.  Marcelo, 48 anos, casado com Eleonora, pai de Berenice, declara seu amor e ódio pela cidade.  Por intermédio de Ana, sua atual amante que trabalha numa galeria de arte, Marcelo lembra suas fascinações e seus amores pelas mulheres que passaram pela sua vida.

Entre elas, acham-se:  a mãe desejada;  a professora de inglês com quem, em 1945, se envolvera sexualmente;  o fascínio de criança por uma líder comunista em 1935;  a empregada que cuidava dos cavalos da fazenda de sua mãe;  a colegial virgem em 1969;  a amante masoquista;  Ada, que procurou mudar sua vida;  duas prostituas;  a astrônoma que lhe falou da infinitude do universo;  a escultora que não conseguiu modelar seu rosto em argila;  a japonesa de um bordel da Liberdade;  a professora de filosofia que lhe ensinou o amor pelas idéias platônicas.

A esposa e a filha questionam o seu cinismo.  Eleonora, sem jamais executar a ação, sempre o ameaça com a divisão dos bens.

Em sua  garçonnière, Ana lê trechos de um livro sublinhado.  Ela tenta fazer com que Marcelo despreze seus dias de conquistador, a fim de construírem algo juntos, mas, queixando-se de sua artificialidade e de seu egoísmo, termina rompendo com ele.

Marcelo, à procura da mulher que seja a soma de todas as outras, se envolve com uma atriz de cinema que o leva ao local de filmagem onde está sendo rodado o episódio da líder comunista.  As filmagens o levam e recordar novamente de seu espaço predileto na infância, de sua mãe e da visão de um urso aprisionado visto no zoológico.

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Comentários

"Eros, o Deus do Amor" é um bom filme nacional.  Roteirizado e dirigido pelo cineasta Walter Hugo Khouri, o filme trata da busca de um homem pelas razões que o levam a não encontrar um sentido para sua vida, o que é mostrado através de suas recordações.

Como em todos os seus filmes, Khouri consegue reunir uma verdadeira constelação de mulheres bonitas e imprimir um clima erótico ao mesmo.

Além do bom trabalho de direção, "Eros, o Deus do Amor" apresenta ótimas interpretações, com ênfase para as atuações de Norma Bengell, Roberto Maya, Dina Sfat e Renée de Vielmond.

CAA