Filmes por gênero

O SHOW DEVE CONTINUAR (1979)

All that jazz
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Ficha Técnica

Outros Títulos: O espectáculo vai começar (Portugal)
Que le spectacle commence (França)
Empieza el espectáculo (Espanha)
El show debe continuar (Peru)
El show debe seguir (Uruguai)
Hinter dem rampenlicht (Alemanha)
Showtime (Suécia)
Det er showtime! (Dinamarca)
Beсь этот джаз (Rússia)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Musical
Direção: Bob Fosse
Roteiro: Bob Fosse, Robert Alan Aurthur
Produção: Robert Alan Aurthur, Wolfgang Glattes, Kenneth Utt
Design Produção: Philip Rosenberg
Música Original: Ralph Burns
Direção Musical: Ralph Burns
Coreografia: Bob Fosse
Fotografia: Giuseppe Rotunno
Edição: Alan Heim
Figurino: Albert Wolsky
Guarda-Roupa: Lee Austin, Max Soloman
Maquiagem: Fern Buchner
Efeitos Sonoros: Maurice Schell, Peter Ilardi, Jay Dranch, Bob Olari e outros
Nota: 8.8
Filme Assistido em: 1980

Elenco

Roy Scheider Joe Gideon
Jessica Lange Angelique
Leland Palmer Audrey Paris
Ann Reinking Kate Jagger
Cliff Gorman Davis Newman
Ben Vereen O'Connor Flood
Erzsebet Foldi Michelle Gideon
Michael Tolan Dr. Ballinger
Max Wright Joshua Penn
Irene Kane Leslie Perry
Deborah Geffner Victoria Porter
Kathryn Doby Kathryn
Anthony Holland Paul Dann
Robert Hitt Ted Christopher
David Margulies Larry Goldie
Susan Brooks Stacy
Keith Gordon Joe Gideon, quando jovem
Robert Levine Dr. Hyman
Ben Masters Dr. Garry
Joanna Merlin Enfermeira Pierce
Cathie Shirriff Enfermeira Briggs
Nancy Beth Bird Enfermeira Bates
Phil Friedman Murray Nathan
Stephen Strimpell Alvin Rackmil
Allan Heim Eddie
Sue Paul Stacy

Prêmios

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA

Oscar de Melhor Direção de Arte - Decoração de Cenários (Philip Rosenberg, Tony Walton, Edward Stewart, Gary J. Brink)

Oscar de Melhor Figurino (Albert Wolsky)

Oscar de Melhor Edição (Alan Heim)

Oscar de Melhor Trilha Sonora (Ralph Burns)

Academia Britânica de Cinema e Televisão, Inglaterra

Prêmio de Melhor Fotografia (Giuseppe Rotunno)

Prêmio de Melhor Edição (Alan Heim)

Festival Internacional de Cannes, França

Prêmio Palma de Ouro (Bob Fosse)

Prêmios Bodil - Copenhague, Dinamarca

Bodil de Melhor Filme Não Europeu (Bob Fosse)

Indicações

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA

Oscar de Melhor Direção (Bob Fosse)

Oscar de Melhor Ator (Roy Scheider)

Oscar de Melhor Roteiro Original (Robert Alan Aurthur, Bob Fosse )

Oscar de Melhor Filme (Robert Alan Aurthur)

Oscar de Melhor Fotografia (Giuseppe Rotunno)

Academia Britânica de Cinema e Televisão, Inglaterra

Prêmio de Melhor Ator (Roy Scheider)

Prêmio de Melhores Efeitos Sonoros (Maurice Schell, Christopher Newman, Dick Vorisek)

Prêmio de Melhor Figurino (Albert Wolsky)

Prêmio de Melhores Design de Produção / Direção de Arte (Philip Rosenberg )

Prêmios Globo de Ouro, EUA

Prêmio de Melhor Ator em um Musical ou Comédia (Roy Scheider)

Academia Japonesa de Cinema, Japão

Prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira

Sociedade Nacional dos Críticos de Cinema dos Estados Unidos

Prêmio de Melhor Ator (Roy Scheider)

Círculo dos Críticos de Cinema de Nova York, EUA

Prêmio de Melhor Direção (Bob Fosse)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Joe Gideon é um produtor e coreógrafo de renome.  Em mais um dia na sua vida, ele liga o toca-fitas, pinga colírio nos olhos, toma alguns comprimidos de dexedrina, entra no banho e se olha no espelho.

Mais tarde, num teatro, centenas de dançarinos estão num enorme palco fazendo um teste para um  novo musical.  Joe acha-se nervoso.  Sua filha, Michelle, e sua ex-esposa, Audrey Paris, encontram-se também no local.  A relação familiar deles não é das mais tradicionais.

A seguir, numa sala de projeção, Joe vê um filme por ele dirigido sendo finalizado.  O filme é sobre um 'pop-star' e fala sobre vida e morte.

Ao sofrer um enfarte, é operado ao mesmo tempo em que, os produtores do musical que ele faria discutem quanto dinheiro ganharão ou perderão dependendo do sucesso da cirurgia.

Intercalando as diversas seqüências, Joe aparece discutindo sua vida com um anjo da morte, na forma de uma bela mulher, de fisionomia angelical, com um véu e um vestido brancos.  Em seus encontros, ele fala sobre seus problemas com as drogas e a bebida, as infidelidades que destruíram seu casamento e as pressões sofridas durante o trabalho com seu último musical de US$ 2 milhões para a Broadway, e que culminaram com o seu ataque cardíaco.

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Comentários

"O Show Deve Continuar" é um excelente musical e, na verdade, um retrato semi-autobiográfico da vida do famoso escritor, diretor e coreógrafo, Bob Fosse.

Realizado pelo próprio Fosse, que tem a coragem de se mostrar um viciado, mulherengo, manipulador e perfeccionista, o filme apresenta uma série de momentos inesquecíveis, como o duelo entre vida e morte.  As seqüências de danças são fabulosas e Jessica Lange está luminosa.

Tecnicamente, "O Show Deve Continuar" é maravilhoso:  Edição, Trilha Sonora, Direção, Fotografia e Roteiro são pontos altos desse musical.  A coreografia de Bob Fosse é simplesmente magnífica.  No elenco, os maiores destaques vão para as atuações de Roy Scheider e Jessica Lange.

CAA