Filmes por gênero

O PROSCRITO (1943)

The outlaw
imagem

Ficha Técnica

Outros Títulos: A Terra dos Homens Perdidos (Portugal)
Le banni (França, Bélgica)
Il mio corpo ti scalderà (Itália)
Geächtet (Alemanha, Austria)
El forajido (Espanha)
El proscrito (México)
Den laglöse (Suécia)
Vogelvrij verklaard (Holanda)
Вне закона (União Soviética)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Faroeste
Direção: Howard Hughes
Roteiro: Jules Furthman
Produção: Howard Hughes
Música Original: Victor Young
Música Não Original: Stephen Foster, Tchaikovsky
Direção Musical: Victor Young
Fotografia: Gregg Toland
Edição: Wallace Grissell
Maquiagem: Mel Berns
Efeitos Sonoros: Frank Maher
Efeitos Especiais: Roy Davidson
Nota: 7.0
Filme Assistido em: 1951

Elenco

Jack Beutel Billy the Kid
Jane Russell Rio McDonald
Thomas Mitchell Pat Garrett
Walter Huston Doc Holliday
Mimi Aguglia Guadalupe
Joe Sawyer Charley
Gene Rizzi Estranho
Martin Garralaga Mike
Edward Peil Sr. Swanson
Julian Rivero Pablo
Pat West Empregado do Bar
Ethan Laidlaw Policial
Cecil Kellogg Policial
Ben Johnson Policial
Ted Mapes Policial
William Steele Policial
Emory Parnell Dolan
Harry Strang Cidadão no escritório do Xerife
William Newell Vaqueiro bêbado
Dickie Jones Garoto
Bobby Callahan Garoto

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

O agora xerife Pat Garrett dá as boas-vindas ao seu amigo Doc Holliday em Lincoln, Novo México.  Doc chega à cidade à procura de um pistoleiro que teria roubado seu cavalo em Socorro.  Para sua surpresa, o pistoleiro é o jovem e famoso Billy the Kid.

Ao encontrá-lo, tenta pegar seu cavalo, mas Billy reage.  Pat chega ao local e, ao saber que o estranho é Billy the Kid, tenta prendê-lo.  Doc intervém em favor de Billy e os dois recebem ordem para deixarem a cidade.

À noite, ao tentar dormir num celeiro, Billy é atacado pela bela Rio MacDonald, numa tentativa de vingar a morte de seu irmão, ocorrida em Socorro, mas é por ele dominada.  

O xerife tenta novamente dar ordem de prisão a Billy e termina alvejando-o de raspão.  Doc consegue levá-lo até a casa de Rio, sua namorada, para que esta cuide do ferimento.  Rio mora com sua tia Guadalupe.  Doc viaja.

Enquanto trata de Billy, Rio termina se apaixonando por ele.  Ao retornar, Doc se sente duplamente traído por Billy, pois além do cavalo, ele lhe roubou também sua namorada.  Quando Billy lhe propõe escolher entre o cavalo e Rio, Doc opta pelo cavalo.

Os dois partem para Fort Summer.  Ao sair, Billy diz à Rio que se encontrar uma casa, mandará buscá-la.  Esta, entretanto, avisa ao xerife sobre a partida dos dois.  

Doc e Billy descobrem que Pat vem à procura deles.  Ao pararem, numa encosta, para pernoitarem, Doc é acordado pelo xerife, que o prende.  De madrugada, Billy decidira retornar sozinho para tomar explicações de Rio.

No caminho de volta, Pat e Doc encontram Rio amarrada junto a um barreiro. Depois de falarem com ela, eles se escondem na esperança de que Billy volte ao local.  Assim, Billy também é preso mas, ao descobrir sinais de um iminente ataque de índios, Pat se vê obrigado a tirar as algemas dos dois e a tentar chegar a Fort Summer.

Os quatro conseguem despistar os indígenas.  Numa parada, Doc é morto por Pat.  Com remorsos pelo  ocorrido, o xerife libera Billy que parte para uma vida nova com Rio.

imagem

Comentários

"O Proscrito" é um bom faroeste.  A trama é simples e interessante.  Essa produção de Howard Hughes  (o segundo e último filme por ele dirigido) ficou famosa pela luta travada pelo produtor com a censura que durou quase cinco anos.  O filme foi rodado em 1941, liberado e censurado em 1943 e liberado definitivamente em 1946.  Eu só vim a assisti-lo em 1951.

A censura não teve nada a ver com os legendários homens do velho oeste, Billy the Kid, Pat Garrett ou Doc Holliday; muito menos com nudez, sexo ou drogas.  Os censores implicaram simplesmente com os decotes usados pela atriz Jane Russell, os quais podem ser vistos nas fotos desta página.

A fotografia e a trilha sonora são de boa qualidade.  No elenco, os nomes a destacar são os de Thomas Mitchell e Walter Huston.  O filme marcou a estréia de Jane Russell no cinema, na época (1941), com apenas 20 anos.

CAA