Filmes por gênero

O REI E EU (1956)

The King and I
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Le roi et moi (França, Bélgica)
Il re ed io (Itália)
El rey y yo (Espanha, Argentina)
Der König und Ich (Alemanha)
Kungen och jag (Suécia)
Król i ja (Polônia)
Anna és a sziámi király (Hungria)
Kongen og jeg (Dinamarca)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Melodrama, Musical
Direção: Walter Lang
Roteiro: Ernest Lehman
Produção: Charles Brackett
Música Original: Alfred Newman
Direção Musical: Alfred Newman
Coreografia: Jerome Robbins
Fotografia: Leon Shamroy
Edição: Robert L. Simpson
Direção de Arte: Lyle R. Wheeler, John de Cuir
Figurino: Irene Sharaff
Guarda-Roupa: Charles Le Maire
Maquiagem: Ben Nye
Efeitos Sonoros: Warren Delaplain, E. Clayton Ward
Efeitos Especiais: Doug Hubbard
Efeitos Visuais: Ray Kellogg
Nota: 8.6
Filme Assistido em: 1958

Elenco

Deborah Kerr Anna Leonowens
Yul Brynner Rei Mongkut do Sião
Rita Moreno Tuptim
Martin Benson Kralahome
Terry Saunders Lady Thiang
Rex Thompson Louis Leonowens
Carlos Rivas Lun Tha
Patrick Adiarte Príncipe Chulalongkorn
Alan Mowbray Sir John Hay, Embaixador britânico
Geoffrey Toone Sir Edward Ramsay
Charles Irwin Capt. Orton
Jocelyn Lew Princesa Ying Yaawolak
Reuben Fuentes Lun Tha
Eddie Luke Mensageiro
Josephine Smith Hóspede no Palácio
Dusty Worrall Tio Thomas
William Yip Alto Sacerdote
Stella Lynn Esposa real
Nephru Malouf Esposa real
Grace Matthews Esposa real
Kathleen Shoon Esposa real
Lydia Wolf Esposa real
Marie Tsien Esposa real
Rodney Yee Criança real
Russell Ung Criança real
Evelyn Rudie Criança real

Prêmios

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA

Oscar de Melhor Ator (Yul Brynner)

Oscar de Melhor Trilha Sonora de um Musical (Alfred Newman, Ken Darby )

Oscar de Melhor Direção de Arte - Decoração de Cenários (Lyle R. Wheeler, John DeCuir, Walter M. Scott, Paul S. Fox)

Oscar de Melhor Figurino a cores (Irene Sharaff)

Oscar de Melhor Gravação de Som (Carlton W. Faulkner)

Prêmios Globo de Ouro, EUA

Prêmio de Melhor Filme - Musical ou Comédia

Prêmio de Melhor Atriz em um Musical ou Comédia (Deborah Kerr)

Grêmio dos Roteiristas da América

Prêmio de Melhor Roteiro de um Musical Americano (Ernest Lehman)

Indicações

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA

Oscar de Melhor Filme (Charles Brackett)

Oscar de Melhor Atriz (Deborah Kerr)

Oscar de Melhor Direção (Walter Lang)

Oscar de Melhor Fotografia a Cores (Leon Shamroy)

Prêmios Globo de Ouro, EUA

Prêmio de Melhor Ator em um Musical ou Comédia (Yul Brynner)

Prêmio de Melhor Filme a Promover a Paz entre os Povos

Grêmio dos Diretores da América

Prêmio por Direção Excepcional (Walter Lang)

Círculo dos Críticos de Cinema de Nova York, EUA

Prêmio de Melhor Roteiro (Ernest Lehman)

Prêmio de Melhor Atriz (Deborah Kerr)

Prêmio de Melhor Ator (Yul Brynner)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Em 1862, Anna Leonowens, uma jovem viúva inglesa aceita uma proposta de emprego como professora dos filhos do Rei Mongkut, no Sião.  Mongkut é poligâmico e suas diversas esposas lhe deram dezenas de crianças, a maioria com a idade beirando os 12 anos.  Sua última esposa é Tuptim, de Burma, mas esta é apaixonada por Lun Tha, com quem pretende fugir.

Ao chegar com seu filho, Louis, ela tem que enfrentar uma série de problemas, principalmente por sua vontade de manter as tradições inglesas.  Assim, fica furiosa ao saber que vai ter que morar no Palácio Real, já que preferia ter sua própria casa.

Decidida e teimosa, Anna vive a se desentender com o também teimoso monarca.  Às crianças, ela ensina canções e provérbios que falam de respeito e honra.  O príncipe Chulalongkorn, herdeiro do trono, a contesta quando ela critica a escravidão, uma instituição abraçada pelo País.

Mongkut mostra-se preocupado com relatórios que falam do imperialismo inglês, e apreensivo com rumores de que os britânicos pretendem derrubá-lo, por achá-lo um bárbaro, a fim de transformar o Sião num protetorado.  Lady Thiang, a esposa nº 1 do rei, pede à Anna que ajude Mongkut.  Esta atende ao pedido, oferecendo sua ajuda ao rei.  Dias depois, ao descobrir que o embaixador britânico, acompanhado de seu assessor particular, Sir Edward Ramsay, está chegando em visita ao País, Anna sugere a Mongkut que ofereça um sofisticado banquete aos visitantes ilustres.

A passagem do embaixador decorre de forma tranqüila, servindo para aliviar os temores do rei.  Em reconhecimento à dedicação e eficiência demonstradas por Anna, ele lhe presenteia com um belo anel.  Ela critica o direito do rei possuir um harém, mas em seguida o convida para dançar.  A dança é, no entanto, interrompida quando surge a notícia de que Tuptim estaria fugindo com Lun Tha.

Mongkut ordena a imediata prisão de sua esposa infiel.  Para castigá-la, ele pega um chicote, ocasião em que Anna o acusa de nunca ter amado ninguém  e que jamais chegará a amar.  Tais acusações o deixam inseguro e ele termina saindo apressado do local.  Kralahome, o 1º Ministro, acusa Anna de estar destruindo o monarca.  Diante de tal situação, ela lhe comunica que estará deixando o País no próximo navio, e pede-lhe que devolva ao rei o anel por ele presenteado.

Várias semanas se passam até que, na noite em que Anna e seu filho vão embarcar, Lady Thiang a procura para dizer-lhe que o rei está à beira da morte, recusando-se a comer e a dormir desde a noite do banquete oferecido ao embaixador britânico.  O príncipe Chulalongkorn também a procura para pedir-lhe ajuda, alegando que não quer ser rei.  Logo a seguir, Lady Thiang entrega-lhe uma carta escrita por Mongkut, na qual o monarca expressa toda sua gratidão e respeito pelo trabalho por ela desenvolvido em benefício do reino e, em especial, das crianças.

Com o rosto tomado de lágrimas, Anna vai visitá-lo.  Mongkut insiste para que ela aceite de volta o anel que lhe dera, enquanto as crianças lhe imploram que não as deixe.  Comovida, ela pede a Louis que vá ao navio a fim de comunicar ao comandante que eles desistiram da viagem.

Enquanto isso, Mongkut passa a coroa ao príncipe herdeiro, certo que a mesma estará em ótimas mãos, morrendo tranqüilamente em seguida.

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Comentários

Essa adaptação para o cinema da obra da escritora Margaret Landon é bem superior à realizada por John Cromwell, "Anna e o Rei do Sião", em 1946.

Realizado pelo cineasta Walter Lang, o filme apresenta uma maravilhosa trilha sonora, recheada com lindas canções como, por exemplo, "Shall We Dance?" e "Getting To Know You", bem como, magníficos cenários.

A direção de Walter Lang é consistentemente boa.  O figurino é bastante coerente com a época (2ª metade do século XIX).  Adicionalmente, "O Rei e Eu" conta com as brilhantes atuações de Yul Brynner e Deborah Kerr, nos papéis principais.

CAA