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AMOR MAIOR QUE A VIDA (2000)

Waking the dead
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Desenterrar os mortos (Portugal)
Le fantôme de Sarah Williams (França)
Sarah (Canadá francês))
Resucitar un amor (Espanha)
Despertando a la muerte (Argentina)
Despertando a los muertos (Chile)
Szerelmem szelleme (Hungria)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Drama, Mistério, Romance, Suspense
Direção: Keith Gordon
Roteiro: Robert Dillon
Produção: Keith Gordon, Stuart Kleinman, Linda Reisman
Design Produção: Zoé Sakellaropoulo
Música Original: Scott Shields
Direção Musical: Frankie Pine, Dawn Soler
Fotografia: Tom Richmond
Edição: Jeff Wishengrad
Figurino: Renée April
Guarda-Roupa: Lison Proulx, Blanche-Danielle Boileau, Sophie Béasse e outros
Maquiagem: Diane Simard, Lizane La Salle, Josée Pellerin
Efeitos Sonoros: Grant Foerster, Dan Olmsted, John Nutt e outros
Efeitos Especiais: Pierre Rivard, Louis Craig, Mario Dumont
Efeitos Visuais: Tom Williamson
Nota: 8.0
Filme Assistido em: 2001

Elenco

Billy Crudup Fielding Pierce
Jennifer Connelly Sarah Williams
Hal Holbrook Isaac Green
Janet McTeer Caroline Pierce
Molly Parker Juliet Beck
Bill Haugland Repórter da TV
Ed Harris Jerry Charmichael
Nelson Landrieu Francisco Higgens
Ivonne Coll Gisela Higgens
Maxine Guess Recepcionista de Danny
Paul Hipp Danny Pierce
Lawrence Dane Governador Kinosis
Robert Harding Repórter da TV
Mimi Kuzyk Adele Green
John Carroll Lynch Padre Mileski
Stanley Anderson Pai de Fielding
Patricia Gage Mãe de Fielding
Walt MacPherson Pai de Sarah
Larry Marshall Angelo Bertelli
Walter Massey Otto Ellis
Sharon Washington Kelly
Sandra Oh Kim
Bernard Behrens Padre Stanton
Vlasta Vrana Padre no funeral de Sarah
Tony Calabretta Sonny Marchi

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

A história começa nos anos 70.   Sarah Williams é uma ativista idealista quando conhece o jovem Fielding Pierce.

Os dois, embora completamente diferentes, apaixonam-se perdidamente.  Ela se torna seu grande amor e ele, o dela. "Nunca nos separaremos", escreve Sarah para ele, numa carta.  Contudo, em 1974, o destino altera brutalmente o futuro do casal: Sarah é considerada morta num atentado à bomba.

Dez anos se passam.  Fielding Pierce torna-se promotor e vive em Chicago com sua namorada da alta sociedade americana, Juliet Beck.  O tio de Juliet, Isaac Green, é o mentor de Fielding.  Naquele ano, o governador escolhe Fielding como candidato às eleições para uma das cadeiras do Congresso.  Em breve, ele terá tudo pelo que sempre quis, exceto seu amor perdido.

Entretanto, de uma hora para outra, ele se vê consumido pelas lembranças e, em seguida, pelas visões de Sarah.  A irmã de Fielding, Caroline Pierce, tenta ajudá-lo profissional e pessoalmente, mas sua vida começa a desmoronar.  Será que Fielding está perdendo sua sanidade ou será que Sarah está realmente viva?

O passado começa a invadir o presente.  Fielding luta para concentrar-se no que é, e era mais importante para ele.  Sarah retorna em imagens mais fantasmagóricas que melancólicas, tornando Fielding cada vez mais confuso sobre sua existência e seu amor.

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Comentários

"Amor Maior Que a Vida" é um ótimo filme, inteligente, que mantém o espectador envolvido do início ao fim.  A trama gira em torno de uma comovente história de amor entre duas pessoas de mundos diferentes.  Enquanto a jovem Sarah é sonhadora e politicamente idealista, ele é um jovem confuso, meio perdido desde a morte de sua antiga namorada.

Jennifer Connelly e Billy Crudup demonstram uma boa química entre eles.  Suas interpretações são um dos pontos fortes do filme.  Os sentimentos vividos pelos dois personagens são explorados com bastante sensibilidade.

Fazendo uso de flashbacks, o diretor Keith Gordon consegue manter um bom ritmo à narrativa.  Merecem destaques, ainda, o design de produção, a direção de arte e a bela trilha sonora.

CAA