Filmes por gênero

ANASTÁCIA, A PRINCESA ESQUECIDA (1956)

Anastasia
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Die große Liebe der Anastasia (Austria)
Anastazja (Polônia)
Anasztázia (Hungria)
Çarin kizi (Turquia)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Drama, Histórico, Biográfico
Direção: Anatole Litvak
Roteiro: Arthur Laurents
Produção: Buddy Adler
Música Original: Alfred Newman
Fotografia: Jack Hildyard
Edição: Bert Bates
Direção de Arte: Andrej Andrejew, William C. Andrews
Figurino: René Hubert
Guarda-Roupa: Sam Benson
Maquiagem: David Aylott
Efeitos Sonoros: Harry M. Leonard, Gerry Turner
Nota: 8.4
Filme Assistido em: 1958

Elenco

Ingrid Bergman Anna Koreff / Anastácia
Yul Brynner General Sergei Pavlovich Bounine
Helen Hayes Imperatriz Maria Feodorovna
Akim Tamiroff Boris Adreivich Chernov
Martita Hunt Baronesa Elena von Livenbaum
Felix Aylmer Chamberlain
Sacha Pitoëff Piotr Ivanovich Petrovin
Ivan Desny Principe Paul von Haraldberg
Natalie Schafer Irina Lissemskaia / Nini
Grégoire Gromoff Stepan
Karel Stepanek Mikhail Vlados
Ina de la Haye Marusia
Katherine Kath Maxime
Eric Pohlmann Von Drivnitz
Olga Valéry Condessa Baranova
Henri Vidon Príncipe Bolkonoski
Marguerite Brennan Marguerite
Paula Catton Jean
Alexis Bobrinskoy Bechmetieff
Maroussia Dimitrevitch Cantora cigana
Olaf Pooley Zhadanov
Tamara Shayne Zenia

Prêmios

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA

Oscar de Melhor Atriz (Ingrid Bergman)

Círculo dos Críticos de Cinema de Nova York, EUA

Prêmio de Melhor Atriz (Ingrid Bergman)

Prêmios Globo de Ouro, EUA

Prêmio de Melhor Atriz em um Drama (Ingrid Bergman)

Prêmios David di Donatello, Itália

David de Melhor Atriz Estrangeira (Ingrid Bergman)

Indicações

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA

Oscar de Melhor Trilha Sonora de uma Comédia ou Drama

Academia Britânica de Cinema e Televisão, Inglaterra

Prêmio de Melhor Roteiro Britânico

Prêmios Globo de Ouro, EUA

Prêmio de Melhor Atriz em um Drama (Helen Hayes)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Anna Koreff é uma mulher sofrendo de amnésia que foi libertada de um asilo em Bucareste e que passa a perambular pelas ruas parisienses em 1928.  Decidida a se suicidar por afogamento no Rio Sena, ela é salva pelo príncipe Bounine, líder dos exilados russos em Paris, após a revolução bolchevique de 1917.

Entretanto, o motivo do salvamento está longe de ser altruísta, pois Bounine tem como objetivo encontrar alguém que se possa passar por Anastácia, a filha mais jovem do Czar russo Nicoláu II, assassinado com toda a família durante a revolução, e assim poder receber pelo menos parte dos 10 milhões de libras que se acham depositados no Banco da Inglaterra e reservados a qualquer membro da família real russa que tivesse eventualmente sobrevivido ao grande massacre.  Na época, corriam rumores de que a filha caçula do Czar teria sido a única pessoa da Dinastia dos Romanoff que teria sido encontrada com vida e salva por alguém amigo da família.

Cansada e sozinha, Anna termina concordando em deixar que Bounine e seus comparsas Chernov e Petrovin a treinem para se passar pela Grande Duquesa Anastácia e, assim, poder resgatar a grande soma em dinheiro.

Anna terá que convencer muitos membros da nobreza russa, que se encontram exilados, de que ela é realmente a filha do Czar Nicoláu II.  Entretanto, muitos se negam até a pensar na possibilidade dela se achar viva.  Bounine percebe que a melhor forma de atingir seus objetivos é fazer com que Anna seja vista pela ex-Imperatriz Russa como sendo sua neta.

Durante o convívio com a jovem, Bounine começa aos poucos a acreditar, através de pequenas lembranças dela, na sua origem real, que ela seja mesmo a verdadeira Anastácia.  Os dois viajam até Copenhagen para tentarem conseguir uma audiência com a ex-Imperatriz russa, sabendo que não vai ser fácil convencê-la.

Finalmente, chega o grande momento em que a jovem vai ser apresentada à ex-Imperatriz para ser identificada como a verdadeira Grande Duquesa Anastácia, herdeira da fortuna.

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Comentários

"Anastácia, a Princesa Esquecida" é mais uma fantasia romântica do que uma peça histórica que mereça crédito e, visto assim, é um filme espetacular: suntuoso, gostoso de ser visto e meticuloso em seus detalhes.

Os grandes destaques dessa produção são o seu roteiro denso, a magnífica interpretação de Ingrid Bergman, que merecidamente ganha o seu 2º Oscar, seguida das atuações dos outros membros do elenco principal e, finalmente, a maravilhosa trilha sonora de Alfred Newman.

CAA