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CHUNHYANG - AMOR PROIBIDO (2000)

Chunhyangdyun
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Le chant de la fidèle Chunhyang (França)
La historia de Chunhyang (Argentina)
Das Lied der treuen Chunhyang (Alemanha)
Chunhyang (USA)
Pais: Coréia do Sul
Gênero: Drama, Musical, Romance
Direção: Im Kwon-Taek
Roteiro: Kang Hye-Yun, Kim Myung-Gon
Produção: Lee Tae-won
Design Produção: Min Un-Ok
Música Original: Kim Chong-Gil
Fotografia: Jung Il-Sung
Edição: Park Sun-Duk
Figurino: Hu Young, Bong Hyun Sook
Efeitos Sonoros: Lee Byung-Ha
Nota: 8.1
Filme Assistido em: 2003

Elenco

Lee Hyo-jeong Chunhyang
Cho Seung-Woo Mongryong
Kim Young-Nyo Wolmae
Kim Hak-Yung Pangla
Lee Jung-Hun Governador Byun Hakdo
Choi Jin-Young Governador Lee
Lee Hae-Eun Hyangdan
Hong Kyung-Yeun Lider Kisaeng
Lee Hae-Ryong Lord de Soonchun
Gok Jung-Hwam Lord de Okgwa
Yoon Keun-Mo Lord de Goksung
Wan Boo-Ra Mãe de Mongryong
Bang Choong-Sik Rei
Ha Duk-Seung Oficial Chefe Penal
Cho Tae-Bong Chefe de Ética
Park Jae-Hyung Chefe Militar
Min Kyounglin Chefe do Censo
An Jin-Soo Confidente do Governador Byun Hakdo
Hwang Chun-Ha Empregado de Mongryong
Bang Young Guarda da Prisão

Indicações

Festival Internacional de Cannes, França

Prêmio Palma de Ouro (Im Kwon-Taek)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

No final do século XVII, na Coréia do Sul, Mongryong, o filho do governador de Namwon, se apaixona perdidamente por Chunhyang, uma bela e culta jovem, porém, filha de uma cortesã.  Apesar das diferenças, resolvem viver o amor que nasce entre eles, e a protagonizar o que, para a rígida sociedade da época, era impossível.

O destino também resolve atrapalhar o romance, fazendo com que Mongryong tenha que acompanhar seu pai, que é transferido para Seul, e assim deixar sua amada.  Desesperado, ele implora à Chunhyang que o espere,  jurando que ela seria sempre sua esposa, ainda que não oficialmente.

A vida de Chunhyang se complica quando o novo governador resolve incluí-la na lista de cortesãs que deverão servi-lo, o que era perfeitamente normal para a cultura da época.  Mas Chunhyang prefere a morte a ter que trair seu amado e, diante de sua recusa, ela irá viver momentos difíceis, sendo espancada em praça pública e, em seguida, presa.

Enquanto isso, em Seul, Mongryong termina seus estudos, passa com louvor num concurso e é nomeado Emissário do Rei na fiscalização das atuações dos governadores de diversas províncias.  Assim, ele tem a oportunidade de retornar à sua cidade natal onde toma conhecimento dos desmandos do governador, responsável pela situação em que sua amada se encontra.  Este é destituido do cargo e preso, enquanto Chunhyang é solta e, posteriormente, recebe uma comenda do rei por causa de sua grande prova de fidelidade ao marido.

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Comentários

"Chunhyang - Amor Proibido" é certamente uma bela produção que tem o mérito de nos apresentar ao cinema e à cultura coreanos.  É um filme original e comovente que trata do drama vivido no século XVIII por um casal de adolescentes, loucamente apaixonados um pelo outro, mas de classes diferentes.

O filme é baseado em um clássico da literatura coreana que tem suas origens na narrativa do Pansori, ópera tradicional coreana.  O Pansori teve sua origem popular e, posteriormente, foi agregado à corte, em que uma única pessoa interpreta, em palavras e gestos, vários personagens dramáticos, com acompanhamento de um percussionista.  Ambientada no final do século XVIII, durante a dinastia Chosun, a história se desenvolve na sociedade coreana confucionista, super hierarquizada, que não permitia o relacionamento entre pessoas de classes diferentes.

O ponto forte do filme é sua bela fotografia, de cores vibrantes.  A trama exalta as virtudes femininas através da bela Chunhyang.

Os atores principais, Yi Hyojeong e Cho Seung-Woo, são fraquinhos.  Talvez, sua escolha tenha sido motivada mais por suas aparências físicas do que pela real capacidade de atuarem.

"Chunhyang - Amor Proibido" tem também o mérito de ter sido o primeiro filme coreano a ser indicado para um prêmio em um Festival de Cinema de 1ª linha, no caso, a Palma de Ouro do Festival de Cannes.

CAA