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A ORQUÍDEA BRANCA (1947)

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Ficha Técnica

Outros Títulos: L'orchidée blanche (França)
Orchidea bianca (Itália)
El otro amor (Espanha)
La orquídea blanca (México)
Eine andere Liebe (Alemanha)
Den vita orkidén (Suécia)
Toinen rakkaus (Finlândia)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Drama, Romance
Direção: André De Toth
Roteiro: Harry Brown, Ladislas Fodor
Produção: David Lewis
Música Original: Miklós Rózsa
Direção Musical: Rudolph Polk
Fotografia: Victor Milner
Edição: Walter Thompson
Direção de Arte: Nathan Juran
Figurino: Edith Head, Marion Herwood Keyes
Guarda-Roupa: Edward P. Lambert
Maquiagem: Gustaf Norin
Efeitos Sonoros: Max Hutchinson
Efeitos Especiais: Robert Moreland
Efeitos Visuais: Mario Castegnaro
Nota: 7.2
Filme Assistido em: 1962

Elenco

Barbara Stanwyck Karen Duncan
David Niven Dr. Anthony Stanton
Richard Conte Paul Clermont
Gilbert Roland Crupiê
Joan Lorring Celestine Miller
Lénore Aubert Yvonne
Maria Palmer Huberta
Natalie Schafer Dora Shelton
Edward Ashley Richard Shelton
Richard Hale Prof. Linnaker
Ann Codee A Florista
Kay Williams Assistente da Florista
Mary Forbes Madame Gruen
Mary Field Enfermeira
Jimmy Horne Pete
Michael Romanoff Megaros
Ralph Brooks Jogador de roleta
Harold Miller Jogador de bacará
Manuel París Jogador de bacará

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Karen Duncan, uma famosa concertista de piano, dá entrada num sanatório suíço localizado aos pés do Monte Vierge, onde é recebida pelo diretor da organização, Dr. Anthony Stanton.  Embora muito doente, aceita o convite do médico para jantarem juntos.  Durante o jantar, ela lhe agradece a linda orquídea branca entregue em seu quarto, ao que ele afirma não ter sido ele a pessoa que a enviou.

Curiosa, ela procura a floricultura do sanatório, ocasião em que descobre que há seis meses uma orquídea branca era diariamente enviada à paciente, que se achava no quarto em que ela agora se encontra, e que aquela última foi entregue por engano, já que a tal paciente morrera no dia anterior.

O Dr. Stanton mora sozinho numa casa contígua ao sanatório.  Como ele possui um piano, sempre que pode e que lhe permitem, Karen vai até lá para tocar um pouco.  Com o tempo, o médico desenvolve uma certa afeição por ela, muito embora continue a tratá-la de forma estritamente profissional.

Certo dia, sentindo-se melhor, Karen decide fazer um pequeno passeio de charrete, provocando um acidente com um carro esportivo que vai de encontro a uma árvore.  Assim, ela conhece Paul Clermont, um piloto de corridas que estará participando, no domingo próximo, de uma corrida em Monte Carlo.  Com o carro avariado, ele lhe pede uma carona até uma cidadezinha próxima.

A convite dele e contrariando todas as recomendações médicas, Karen vai ao encontro de Clermont, ocasião em que este lhe declara seu amor por ela e lhe pede que o acompanhe em viagens à Paris e Roma.  Sem falar em seu estado de saúde, ela retorna ao sanatório, onde fica sabendo que sua melhor amiga e vizinha de quarto, Celestine Miller, acaba de falecer.  Desesperada, procura Dr. Stanton, a quem pergunta quanto tempo de vida lhe resta.  O médico lhe responde que ela tem toda uma vida pela frente, desde que siga rigorosamente as recomendações médicas, sendo o repouso uma das principais.  Na ocasião, Dr. Stanton confessa-lhe que a ama.  Ainda em choque com a morte da amiga, Karen diz a médico que não acredita em uma única palavra dele e que vai embora do sanatório para aproveitar sua vida.

Decidida, procura Clermont e, ao encontrá-lo, o acompanha ao tomar doses de conhaque e ao voltar a fumar.  Em seguida, os dois viajam para Mônaco, onde ele possui uma luxuosa casa.  Os dias se passam marcados por muita agitação: passeios de lancha, jantares, jogos no Cassino de Monte Carlo, etc.

Depois de muito procurá-la, Dr. Stanton a encontra numa das dependências do Cassino.  Ele tenta convencê-la a retornar ao sanatório, mas ela se mantém irredutível.  Antes de retornar a Monte Vierge, o médico procura Clermont, conta-lhe toda a verdade e lhe pede que a leve para as montanhas ou para o Egito, por causa de seus climas benéficos ao estado de saúde dela.

Ao encontrá-la, Clermont lhe diz que já sabe de tudo sobre sua saúde e que, no dia seguinte, os dois vão estar partindo de navio para o Egito.  Uma forte crise de tosse, a dificuldade de respirar e a falta de medicamentos, fazem com que ela alugue um táxi e viaje de volta para o sanitário.  Clermont a procura mas, ao vê-la, conclui que o lugar dela é ali, onde pode ser melhor tratada.

Dr. Stanton reafirma seu amor por ela e a pede em casamento.  Ela aceita seu pedido e os dois se casam.  Deitada em seu repouso obrigatório, Karen faz planos para quando se recuperar, enquanto o médico, em seu piano, toca para ela.

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Comentários

Baseado num livro de Erich Maria Remarque, "A Orquídea Branca" é um bom filme.  Dirigido pelo cineasta André De Toth, sua história gira em torno do drama vivido por uma bem-sucedida pianista que se vê obrigada a se afastar, das salas de concerto, para se internar num sanatório localizado nos Alpes suíços, a fim de lutar contra a tuberculose por ela contraída.

De Toth apresenta-nos um trabalho consistentemente bom, mantendo um bom ritmo do início ao fim.  A trilha sonora, assinada pelo húngaro Miklós Rózsa, é um dos pontos altos do filme e nos brinda com algumas peças de Tchaikovsky.

Secundada por dois excelentes atores, David Niven e Richard Conte, Barbara Stanwyck é a grande estrela dessa produção cinematográfica.
 
CAA