Filmes por gênero

A LIBERDADE É AZUL (1993)

Trois couleurs: Bleu
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Três Cores: Azul (Portugal)
Three Colours: Blue (Reino Unido)
Tre colori film blu (Itália)
Tres colores: Azul (Espanha, México)
Bleu (Argentina)
Drei farben - Blau (Alemanha)
Frihet - Den blå filmen (Suécia)
Trzy kolory: Niebieski (Polônia)
Pais: França, Polônia, Suíça
Gênero: Drama, Música, Mistério, Romance
Direção: Krzysztof Kieslowski
Roteiro: Krzysztof Kieslowski, Krzysztof Piesiewicz
Produção: Marin Karmitz
Design Produção: Claude Lenoir
Música Original: Zbigniew Preisner
Fotografia: Slavomir Idziak
Edição: Jacques Witta
Guarda-Roupa: Virginie Viard, Naima Lagrange
Maquiagem: Jean-Pierre Caminade, Valérie Tranier
Efeitos Sonoros: Jean-Claude Laureux, Brigitte Taillandier, Pascal Colomb e outros
Nota: 9.1
Filme Assistido em: 1994

Elenco

Juliette Binoche Julie Vignon
Benoît Régent Olivier
Florence Pernel Sandrine
Charlotte Véry Lucille
Julie Delpy Dominique
Emmanuelle Riva Mãe
Hélène Vincent Jornalista
Isabelle Sadoyan Empregada
Philippe Volter Corretor de imóveis
Claude Duneton Médico
Hugues Quester Patrice
Florence Vignon Copista
Daniel Martin Vizinho
Catherine Therouenne Vizinha
Jacek Ostaszewski Flautista
Yann Trégouët Antoine
Alain Ollivier Advogado
Pierre Forget Jardineiro
Zbigniew Zamachowki Karol Karol

Prêmios

Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles, EUA

Prêmio de Melhor Música (Zbigniew Preisner)

Festival Internacional de Veneza, Itália

Prêmio Leão de Ouro (Krzysztof Kieslowski)

Prêmio Pasinetti de Melhor Atriz (Juliette Binoche)

Prêmio OCIC (Krzysztof Kieslowski)

Prêmio Pequeno Leão de Ouro (Krzysztof Kieslowski)

Prêmio Osella de Ouro de Melhor Fotografia (Slawomir Idziak)

Ciak de Ouro de Melhor Filme (Krzysztof Kieslowski)

Copa Volpi de Melhor Atriz (Juliette Binoche)

Prêmios César - Academia das Artes do Cinema, França

César de Melhor Atriz (Juliette Binoche)

César de Melhor Som (Jean-Claude Laureux, William Flageollet )

César de Melhor Edição (Jacques Witta)

Prêmios Goya - Academia Espanhola, Espanha

Goya de Melhor Filme Europeu

Sindicato dos Jornalistas Críticos de Cinema, Itália

Prêmio Fita de Prata de Melhor Dublagem Feminina (Alessandra Korompay )

Festival Internacional de Cinema de Chicago

Prêmio do Juri Especial (Krzysztof Kieslowski)

Círculo dos Roteiristas de Cinema, Espanha

Prêmio de Melhor Filme Estrangeiro

Prêmios Sant Jordi de Barcelona

Prêmio de Melhor Filme Estrangeiro (Krzysztof Kieslowski)

Prêmio de Melhor Atriz Estrangeira (Juliette Binoche)

Prêmios Turia, Espanha

Prêmio do Público de Melhor Filme Estrangeiro (Krzysztof Kieslowski)

Indicações

Academia do Cinema Europeu

Prêmio de Melhor Filme (Marin Karmitz )

Prêmios Globo de Ouro, EUA

Prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira

Prêmio de Melhor Trilha Sonora Original (Zbigniew Preisner)

Prêmio de Melhor Atriz em um Drama (Juliette Binoche)

Prêmios César - Academia das Artes do Cinema, França

César de Melhor Direção (Krzysztof Kieslowski)

César de Melhor Filme (Krzysztof Kieslowski)

César de Melhor Fotografia (Slawomir Idziak)

César de Melhor Música (Zbigniew Preisner)

César de Melhor Roteiro (Krzysztof Kieslowski, Krzysztof Piesiewicz)

César de Melhor Revelação Feminina (Florence Pernel)

Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles, EUA

Prêmio de Melhor Filme Estrangeiro (Krzysztof Kieslowski)

Sociedade Nacional dos Críticos de Cinema dos Estados Unidos

Prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Julie Vignon é uma famosa modelo que perde seu marido, Patrice, um famoso compositor de música erudita, e a única filha, em um trágico acidente automobilístico.  Quando do acidente, ele trabalhava numa partitura para um grande concerto encomendado pelo Conselho Europeu.  Ela acorda em um hospital e se depara com toda a solidão que a aguarda.  Sentindo-se perdida, não vê mais sentido em sua vida e tenta o suicídio, porém, sem a coragem necessária, fracassa em seu intento.

Depois desse choque inicial, ela procura Olivier, que era colega dela e de seu marido e o seduz: 'Você sempre me quis', diz ela. 'Aqui, estou eu'.  Agindo assim, acredita estar testando se ainda consegue sentir alguma coisa.  

Em seguida, decide abandonar tudo e excluir todos os parâmetros ou amarras que a ligavam ao seu mundo anterior.  Procura um novo endereço, em Paris, para viver seu anonimato.  Ela quer caminhar pelas ruas, livre de sua história, de suas lembranças, de sua identidade.

Nessa liberdade, paradoxalmente reencontrada, ela conhece uma mulher que tinha sido amante do seu marido por anos, descobre que sua mãe não estava bem da cabeça e, tentando finalizar a partitura que o marido deixara inacabada, reaproxima-se das pessoas e, dando um novo impulso à sua vida, volta a ser feliz.

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Comentários

"A Liberdade é Azul" é o primeiro filme de uma trilogia realizada por  Kieslowski em homenagem à França, inspirada nos princípios da revolução francesa  (Liberdade, Igualdade e Fraternidade) e representada pelas cores da bandeira desse País: Azul, Branco e Vermelho.  Os dois outros filmes que completam a trilogia são "A Igualdade é Branca" e "A Fraternidade é Vermelha".

Como o título indica, o filme exalta a liberdade, o que é feito com extrema sensibilidade e com grandes atuações do elenco.  Juliette Binoche está perfeita no papel de Julie Vignon, numa das maiores interpretações de sua carreira.  Do restante do elenco, destaco as atuações de Hélène Vincent e de Florence Pernel.  Vale ainda a pena ressaltar a música de Zbigniew Preisner e a fotografia de Slavomir Idziak.

CAA