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A VIÚVA VIRGEM (1972)

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Ficha Técnica

Pais: Brasil
Gênero: Comédia
Direção: Pedro Carlos Rovai
Roteiro: Armando Costa, Cécil Thiré, André José Adler, Pedro Carlos Rovai
Produção: Egon Frank
Música Original: Carlos Imperial
Fotografia: Hélio Silva
Edição: Manuel Oliveira
Direção de Arte: Stênio Pereira
Figurino: Stênio Pereira
Efeitos Sonoros: Victor Raposeiro, Geraldo José
Nota: 5.4
Filme Assistido em: 1974

Elenco

Adriana Prieto Cristina
Jardel Filho Constantino
Carlos Imperial Coronel Alexandrão
Marcelo Marcello Paulinho
Darlene Glória Tamara, irmã de Constantino
Sônia Clara Janete
Henriqueta Brieba Tia Diná
Álvaro Aguiar Geraldo
Ibanez Filho Furunga
Meiry Vieira Beatriz
Otávio Augusto Cineasta
José Lewgoy Padre Blotti
Carlos Prieto Adamastor
José Augusto Branco Delegado
Wilson Grey Carregador de malas
José Milfont Tabelião
Flávio Chaves Sacristão
Samuel Gassman Porteiro
Júlia Lima Enfermeira

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Cristina, moça virgem criada em colégio de freiras, casa-se com um rico e grosseiro coronel, Alexandrão, fazendeiro no interior de Minas Gerais.  Na festa de casamento, o noivo devora uma quantidade colossal de comida, para espanto de todos.  Com a barriga muito cheira, ele tem um ataque e morre nas núpcias, deixando a noiva virgem.

Ela teme permanecer virgem para o resto da vida.  Seguindo conselhos médicos, Cristina vai passar uns tempos no Rio com a tia, Dona Diná.  O apartamento carioca, que ela herdou do marido, está sendo ocupado clandestinamente por um 'bon vivant', Constantino, a irmã dele e uns amigos.

Com a chegada da proprietária, eles têm que fugir correndo do local, para que ela nada descubra. A amiga de Constantino, que também estava no apartamento, perdera lá seu gato, e o quer de volta de qualquer maneira. Constantino volta ao local para resgatá-lo e se encanta pela viúva.

Dizendo-se empresário, ele quer aplicar o golpe do baú.  Cristina afeiçoa-se a ele, mas todas as vezes que vão se beijar, ela enxerga o fantasma do Coronel e fica muito perturbada.  Resolve ir ao psicanalista, mas também não tem muito sucesso.  Quando os dois finalmente vão transar, Constantino se mostra impotente, por arte do coronel.

Dona Diná é espírita e faz uma sessão para que Constantino possa falar com Alexandrão.  Ele quer sua virilidade de volta, senão irá ao interior contar que a viúva ainda é virgem.  O espírito então faz um trato.  No dia seguinte o coronel baixará em Constantino e ele transará com Cristina.  Na hora marcada, ele vai à cozinha invocar o espírito.  Incorporado, vai até a geladeira e come vorazmente.

Quando vai ao encontro de Cristina, ela percebe que é Alexandrão quem está ali.  Ele quer possuí-la à força, mas tem um ataque.  Depois de recuperado, Constantino e seus amigos resolvem bolar um plano, para que todos pensem que o coronel era gay.

Paulinho se faz de homossexual e diz à Cristina que ele era amante de seu marido.  Ela fica um pouco penalizada com a sina do rapaz, e quer regenerá-lo.  Ficam amigos e nasce uma paixão entre eles. Constantino fica enciumadíssimo e o Coronel não consegue mais assombrá-la.

Constantino arma uma estratégia em um hotel de alta rotatividade, onde ele tomaria o lugar de Paulinho.  Uma série de confusões e desencontros acontecem.  Em meio a balbúrdia, Cristina finalmente perde a virgindade com Paulinho, seu amado.  O hotel é invadido pela polícia que leva todos para a delegacia.  O policial recebeu uma denúncia pelo rádio, feita pelo espírito de Alexandrão.  Cristina e Paulinho saem finalmente ilesos.

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Comentários

"A Viúva Virgem" é uma fraca comédia nacional.  Realizado pelo diretor Pedro Carlos Rovai, o filme é um típico representante das pornochanchadas dos anos 70 e 80.

O roteiro apresenta algumas inconsistências, assim como o trabalho de edição.  A direção de Rovai é mediana e, no elenco, os destaques são as atuações de Carlos Imperial, Adriana Prieto e Jardel Filho.
 
CAA