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GENEALOGIAS DE UM CRIME (1997)

Généalogies d'un crime
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Genealogies of a crime (Estados Unidos)
Genealogia di un crimine (Itália)
Genealogías de un crimen (Espanha, Argentina)
Genealogien eines Verbrechens (Alemanha)
Genealogia zbrodni (Polônia)
Genealogia unei crime (Romênia)
Pais: França, Portugal
Gênero: Crime, Drama
Direção: Raoul Ruiz
Roteiro: Raoul Ruiz, Pascal Bonitzer
Produção: Paulo Branco
Design Produção: Luc Chalon, Solange Zeitoun
Música Original: Jorge Arriagada
Fotografia: Stefan Ivanov
Edição: Valeria Sarmiento
Figurino: Elisabeth Tavernier
Guarda-Roupa: Dominique Morlotti, Khadija Zeggaï, C. Fageol, Thierry Delettre
Maquiagem: Hervé Soulié, Cédric Gérard, Magali Ceyrat
Efeitos Sonoros: Henri Maïkoff, Michel Filippi, Nicolas Becker, Assia Dnednia
Nota: 8.0
Filme Assistido em: 1998

Elenco

Catherine Deneuve Jeanne / Solange
Melvil Poupaud René
Michel Piccoli Georges Didier
Bernadette Lafont Esther
Andrzej Seweryn Christian
Monique Mélinand Louise
Hubert Saint-Macary Verret
Jean-Yves Gautier Mathieu
Mathieu Amalric Yves
Camila Mora Soledad
Patrick Modiano Bob
Jean Badin O advogado
Brigitte Sy Jeanne
Laurence Clément Aline, a secretária
André Engel Psiquiatra
Bernard Pautrat Psiquiatra
Messaoud Hattau Psiquiatra
Lemmy Constantine Médico de René
Pascal Bonitzer Diretor da Escola
Katie Haigh Filha de Verret
Camille Le Foll Enfermeira
Ivan Assouline René, aos 5 anos
Theo Vives René, aos 9 anos

Prêmios

Festival Internacional de Berlim, Alemanha

Prêmio Urso de Prata de Melhor Contribuição Artística (Raoul Ruiz)

Indicações

Festival Internacional de Berlim, Alemanha

Prêmio Urso de Ouro (Raoul Ruiz)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Advogada, Solange é especialista em causas difíceis, muitas vezes consideradas perdidas. Após a morte acidental de seu filho, ela decide defender René, um jovem acusado de ter matado sua tia que era sua benfeitora.

Quando de seu primeiro encontro na sala de visitas da prisão, nasce entre eles um fascínio mútuo e Solange propõe interrogá-lo sob a forma de dramatização: ele será ela e vice-versa.

Em seguida, ela visita a casa da vítima, guiada por Esther, que é a guardiã e entende que Jeanne, a tia assassinada, psicanalista e membro de uma sociedade um tanto excêntrica, no que diz respeito à forma de conduzir as sessões de terapia de grupo, acompanhava o desenvolvimento do sobrinho, que ela acreditava ter detectado, desde a pequena infância, impulsos criminosos. Por essa razão, ela o acompanhou durante anos, até ser por ele assassinada.

Durante o julgamento, Solange consegue convencer o júri que o acusado havia sido condicionado pela sua futura vítima a cometer o crime e, assim, consegue sua absolvição.

Ao deixar a prisão, René torna-se protegido e amante de Solange. Ele encontrou nela a imagem de sua tia, enquanto a advogada a de seu filho morto acidentalmente. No entanto, ele a decepciona por suas maneiras de pequeno delinquente. A vida em comum torna-se insuportável, a ponto da advogada matar seu protegido, comprovando assim a tese de um psicanalista, Georges Didier, segundo a qual revivemos permanentemente histórias já escritas.

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Comentários

Realizado pelo cineasta chileno Raoul Ruiz, a partir de um roteiro por ele escrito, com a participação de Pascal Bonitzer, “Genealogias de um Crime” é um filme franco-português do final do século XX.

Na direção, Ruiz se mostra apenas razoável, pecando principalmente pelo ritmo por ele imposto à narrativa. No elenco, com atuações bastante convincentes, destacam-se as atuações de Michel Piccoli e Catherine Deneuve.

CAA