Filmes por gênero

MULHER SATÂNICA (1944)

Cobra Woman
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Ficha Técnica

Outros Títulos: A mulher serpente (Portugal)
Le signe du cobra (França)
La reina de Cobra (Espanha)
Il cobra (Itália)
Die Schlangenpriesterin (Alemanha)
Cobraön (Suécia)
De Cobra afgod (Holanda)
Slangedronningen (Dinamarca)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Aventura, Drama
Direção: Robert Siodmak
Roteiro: Richard Brooks, Gene Lewis
Produção: George Waggner
Música Original: Edward Ward
Fotografia: W. Howard Greene, George Robinson
Edição: Charles Maynard
Direção de Arte: Alexander Golitzen, John B. Goodman
Figurino: Vera West
Maquiagem: Jack P. Pierce
Efeitos Sonoros: Joe Lapis, Bernard B. Brown
Efeitos Especiais: John P. Fulton
Nota: 6.9
Filme Assistido em: 1951

Elenco

Maria Montez Tollea / Naja
Jon Hall Ramu
Sabu Kado
Lon Chaney Jr. Hava
Edgar Barrier Martok
Mary Nash Rainha
Lois Collier Veeda
Samuel S. Hinds Padre Paul
Moroni Olsen MacDonald
Eddie Parker Guarda
Belle Mitchell Nativa
Fritz Leiber Venreau
George Magrill Guarda
Vivian Austin Empregada
Carmen D'Antonio Dançarina
John Bagni Nativo
Paulita Arvizu Empregada

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse


No dia em que ela deve se casar com Ramu, a bela Tollea é raptada de sua pacífica casa, localizada nos mares do Sul, por Hava, o agente mudo de sua avó, a rainha do povo de Cobra. MacDonald, um escocês morador da ilha, diz a Ramu que ela foi levada de volta para a ilha de Cobra, onde ele certa vez naufragou durante uma tempestade.

Condenado à morte pelos nativos, MacDonald foi torturado até cair inconsciente. Horas depois, ao se acordar, ele se viu a bordo de um navio com Tollea. Embora a tenha criado como sua própria filha, MacDonald diz à Ramu que ele deve esquecer a jovem, mas ele ignora os avisos do seu amigo e se dirige para a ilha proibida.

Ramu é acompanhado por Kado, seu amigo adolescente, clandestino, que o salva de uma pantera com sua zarabatana. Enquanto isso, a avó de Tollea lhe diz que ela foi trazida de volta à ilha para salvar seu povo do reinado de sua irmã gêmea, a alta sacerdotisa Naja.

Capturado pelos guardas de Naja, Ramu é condenado a ser sacrificado, mas consegue escapar de sua cela durante um interrogatório. Confundindo Naja com Tollea, ele se aproxima da sacerdotisa, que rapidamente se apaixona por ele. Por outro lado, ao saber por Ramu que sua irmã encontra-se na ilha, Naja consente em deixar Tollea em segurança, se ele concordar em ficar com ela, mas Ramu foge da sacerdotisa.

Enquanto isso, ao se recusar a dizer a Martok, conselheiro de Naja, onde Ramu e Tollea se encontram, Kado é torturado, mas finalmente é resgatado por Hava e Coco, um chimpanzé.

A rainha pede que Naja abdique de sua coroa em favor de sua irmã, mas a sacerdotisa se recusa a atendê-la e ordena uma rigorosa busca de Tollea, Ramu e Kado, em toda a ilha. À noite, a rainha é assassinada por Martok ao se recusar a revelar o paradeiro de Tollea, mas antes de morrer, ela exige vingança.

Na manhã seguinte, Ramu e Kado são capturados pelos guardas de Naja, o que faz com que Tollea confronte sua irmã e exija o cargo de sacerdotisa, por ela ocupado, por ter sido a primeira a nascer. Naja reage e tenta matar Tollea, mas é ela quem morre ao cair de uma janela do castelo ao tentar arremessar uma lança.

Tollea assume o lugar da irmã e suspende, de imediato, as execuções de Ramu e Kado. Percebendo quem ela é, Martok exige que ela interprete a dança da naja, a cobra mortífera. O vulcão entra em erupção e, no caos que se segue, Hava mata Martok, a erupção do vulcão cessa e o povo de Cobra é libertado da repressão.

Ramu e Kado deixam a ilha, mas Tollea vai ao encontro deles e convence Ramu a voltar para a ilha ao seu lado.

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Realizado pelo cineasta Robert Siodmak, a partir de um roteiro escrito por Richard Brooks e Gene Lewis, “Mulher Satânica” é um filme produzido pela Universal Pictures em 1944. Sua trama conta a história de uma jovem que, no dia de seu casamento, é raptada e levada para uma ilha dos Mares do Sul, onde descobre ser neta da rainha e irmã da sacerdotisa local.

Partindo de um roteiro apenas razoável, a direção de Siodmak não está entre seus melhores trabalhos como, por exemplo, em “Espelhos d’Alma”, de 1946. Com relação aos demais aspectos técnicos, destacam-se apenas o figurino de Vera West e a fotografia a cargo de W. Howard Greene e George Robinson.

No elenco, embora não se mostrem em seus melhores momentos, Jon Hall, Sabu e Mary Nash se saem bem. Por outro lado, Maria Montez não se mostra convincente no papel principal.

CAA