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FABÍOLA (1949)

Fabiola
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Ficha Técnica

Outros Títulos: The fighting gladiator (Reino Unido)
Pais: Itália, França
Gênero: Drama, Histórico
Direção: Alessandro Blasetti
Roteiro: Alessandro Blasetti, Diego Fabbri, Emilio Cecchi e outros
Produção: Salvo D'Angelo
Design Produção: Arnaldo Foschini
Música Original: Enzo Masetti
Fotografia: Mario Craveri, Ubaldo Marelli
Edição: Mario Serandrei
Figurino: Veniero Colasanti
Maquiagem: Guglielmo Bonotti, Camillo De Rossi
Efeitos Sonoros: Ovidio del Grande, Giovanni Paris
Nota: 8.2
Filme Assistido em: 1952

Elenco

Michèle Morgan Fabíola
Henri Vidal Rhual
Michel Simon Fabius Severus
Louis Salou Fulvius
Elisa Cegani Sira
Massimo Girotti Sebastiano
Gino Cervi Quadrato
Sergio Tofano Luciano
Rina Morelli Faustina
Paolo Stoppa Manlio Valerio
Carlo Ninchi Galba
Franco Interlenghi Corvino
Guglielmo Barnabò Antonio Leto
Aldo Silvani Cassiano
Silvana Jachino Lucilla
Goliarda Sapienza Cecilia
Virgilio Riento Pietro
Ludmilla Dudarova Giulia
Hans Hinrich Inquisidor
Maurizio Di Nardo Tarcisio
Gabriele Ferzetti Claudio
Guido Celano Pompeo

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

No ano de 312 DC, Rhual, um jovem e atlético gaulês, é convidado a participar de jogos dos gladiadores na Vila Costeira do senador Fabius Severus, perto de Roma. Secretamente, ele é um agente do Imperador Constantino que pretende estabelecer o cristianismo no Império Romano, e Fabius lidera um movimento para a tolerância religiosa e a libertação dos escravos.

Nos jardins da Vila, Rhual conhece e se apaixona por uma linda jovem que ele mais tarde descobre ser Fabíola, a filha do senador. Fabius é assassinado durante a noite por políticos reacionários que se opõem ao cristianismo, e os cristãos são culpados pelo assassinato. Fabiola suspeita que Rhual seja um dos assassinos cristãos, mas em seu julgamento, ele aparece em sua defesa. No entanto, os cristãos, juntamente com Rhual, são considerados culpados e condenados à morte na arena. Assim, começam as perseguições durante as quais muitos deles são mortos ou presos.

O centurião Sebastiano da guarda pretoriana, denunciado como cristão, morre como um mártir. Fabiola obtém a  liberdade de Rhual, mas ele a princípio rejeita-a. A situação é resgatada, no entanto, quando ela declara-se estar do lado dos cristãos e se junta a eles na arena, indicando, assim, que eles não foram responsáveis pela morte do seu pai. Rhual é forçado a lutar com vários gladiadores, mas não tenta matá-los. Finalmente, os gladiadores seguem seu exemplo e jogam fora suas armas. Enquanto isso, as tropas de Constantino chegam às muralhas da cidade e há uma revolta geral. A paz retorna à Roma, e as bandeiras imperiais passam a exibir o sinal de Cristo.

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Comentários

Realizado pelo cineasta Alessandro Blasetti, que igualmente escreveu o roteiro ao lado de  Diego Fabbri e outros, “Fabíola” é uma produção franco-italiana do final dos anos 1940.

A direção de Blasetti é consistentemente boa, apresentando um bom ritmo do início ao fim. O figurino, assinado por Veniero Colasanti, é excepcionalmente bem trabalhado.

No elenco, embora não se mostrem em seus melhores momentos, Henri Vidal, Michèle Morgan e Michel Simon se saem bem em seus respectivos papéis.

CAA