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DEUS É MEU JUIZ (1956)

The rack
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Suplício (Portugal)
Le supplice des aveux (França)
Supplizio (Itália)
Traidor a su patria (Espanha)
El traidor (Venezuela)
Anklage: Hochverrat (Austria, Alemanha)
Återkomsten (Suécia)
A kínpad (Hungria)
Дыба (União Soviética)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Drama, Guerra
Direção: Arnold Laven
Roteiro: Stewart Stern
Produção: Arthur M. Loew Jr.
Música Original: Adolph Deutsch
Direção Musical: Adolph Deutsch
Fotografia: Paul Vogel
Edição: Harold Kress, Marshall Neilan Jr.
Direção de Arte: Cedric Gibbons, Merrill Pye
Maquiagem: William Tuttle
Efeitos Sonoros: Wesley C. Miller
Nota: 7.8
Filme Assistido em: 1958

Elenco

Paul Newman Capitão Edward Worthington Hall Jr.
Wendel Corey Major Sam Moulton
Walter Pidgeon Coronel Edward W. Hall Sr.
Edmond O'Brien Tenente Coronel Frank Wasnick
Lee Marvin Capitão John R. Miller
Anne Francis Aggie Hall
Cloris Leachman Caroline
Robert Burton Coronel Ira Hansen
Adam Williams Sargento Otto Pahnke
Trevor Bardette Presidente da Corte
James Best Millard Chilson Cassidy
Fay Roope Coronel Dudley Smith
Barry Atwater Major Byron Phillips
Dean Jones Tenente
Charles Evans General
James Anderson Skinny
Rod Taylor Al
Lois Kimbrell Enfermeira
Robert Blake Soldado italiano
Wallace Earl Secretária
David Blair Estudante
Virginia Eiler Enfermeira
Darren Dublin Taxista

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

O Maj. Sam Moulton entra no gabinete do Coronel Ira Hansen.  Eles discutem a situação do Capt. Edward Worthington Hall Jr., acusado de ter colaborado com o inimigo quando esteve dois anos num Campo de Prisioneiros, durante a Guerra da Coréia.  O Maj. Sam deverá atuar como promotor no caso e começa a estudar o processo.

No dia seguinte, o Capt. Hall Jr. é chamado ao gabinete do Maj. Sam.  Este o informa que o Comando acaba de enviar o caso dele para a Corte Marcial, e que Ten. Coronel Frank Wasnick será seu advogado de defesa.

Ao chegar em casa, um grande número de amigos e parentes o aguardam para festejá-lo.  Ninguém está a par das acusações que pesam sobre ele.  Seu pai é o Coronel Edward W. Hall Sr. e vive com Aggie, viúva de seu filho caçula, morto na guerra.

Recém-chegado da Coréia, o Coronel Dudley Smith visita seu amigo, o Coronel Hall Sr., ocasião em que lhe fala sobre a situação de seu filho.  Inconformado, procura ouvir Edward, que confirma estar com um processo na Corte Marcial.  Irritado, diz ao filho que teria sido melhor se ele tivesse morrido em combate.

Edward deixa a casa do pai e se instala num hotel.  Lá, recebe a visita de seu advogado, que lhe põe a par de detalhes do processo.

Algumas semanas depois, o julgamento começa e se prolonga por três dias.  Ao longo do mesmo, o Coronel Hall Sr. toma conhecimento de quão ausente ele esteve na época em que o filho mais precisou dele.  Tal constatação faz com que ele se aproxime do filho.  Ao final do terceiro dia, a Corte Marcial o declara culpado.

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Comentários

Baseado numa peça de Rod Serling, "Deus é o Meu Juiz" é um fascinante drama.  Realizado pelo diretor Arnold Laven, narra a história de um capitão do exército americano que, ao retornar da Guerra da Coréia, é submetido à Corte Marcial por ter sido acusado de ter colaborado com o inimigo, quando esteve preso num Campo coreano.

Laven realiza um bom trabalho na direção, no que é ajudado pela ótima fotografia de Paul Vogel e notáveis interpretações.  Paul Newman e Walter Pidgeon estão perfeitos nos papéis de filho e pai, seguidos pelas corretas atuações de Wendel Corey e Edmond O'Brien.

CAA