Filmes por gênero

ESCRITORES DA LIBERDADE (2007)

Freedom Writers
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Páginas de Liberdade (Portugal)
Écrire pour exister (França)
Escritores de la libertad (México)
Diarios de la calle (Espanha)
Pais: Alemanha, Estados Unidos
Gênero: Drama, Crime
Direção: Richard LaGravenese
Roteiro: Richard LaGravenese
Produção: Danny DeVito, Michael Shamberg, Stacey Sher
Design Produção: Laurence Bennett
Música Original: Mark Isham, Will i Am
Fotografia: Jim Denault
Edição: David Moritz
Direção de Arte: Peter Borck
Figurino: Cindy Evans
Guarda-Roupa: Mila Hermanovski, Anne Laoparadonchai e outros
Maquiagem: Debra Denson, Ronnie Specter, Judy Twine e outros
Efeitos Sonoros: Karen M. Baker, Michael Keller, Per Hallberg e outros
Efeitos Especiais: Thomas Mertz, Tony Chavez
Efeitos Visuais: Edson Williams, Dan Schmit, Thomas Nittmann
Nota: 8.2
Filme Assistido em: 2009

Elenco

Hilary Swank Erin Gruwell
Patrick Dempsey Scott Casey
Scott Glenn Steve Gruwell
Imelda Staunton Margaret Campbell
April L. Hernandez Eva Benitez
Kristin Herrera Gloria Munez
Jaclyn Ngan Sindy
Sergio Montalvo Alejandro Santiago
Jason Finn Marcus
Deance Wyatt Jamal Hill
Vanetta Smith Brandy Ross
Gabriel Chavarria Tito
Hunter Parrish Ben Daniels
Antonio García Miguel
Giovonnie Samuels Victoria
John Benjamin Hickey Brian Gelford
Robert Wisdom Dr. Carl Cohn
Pat Carroll Miep Gies
Will Morales Paco
Ricardo Molina Pai de Eva
Angela Alvarado Mãe de Eva
Lisa Banes Karin Polachek
Blake Hightower Clive

Videoclipes

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Sinopse

Erin Gruwell é uma professora nova que deixa a segurança de sua cidade natal, Newport Beach, para ensinar no Colégio Woodrow Wilson, em Long Beach, uma antiga instituição que acaba de por em prática um programa de integração social.

Seu entusiasmo é desafiado rapidamente quando percebe que sua turma é formada por estudantes complicados e não por alunos realmente interessados nos estudos, como ela esperava. Eles segregam-se em grupos raciais, provocam frequentes brigas e se mostram super indisciplinados. Adicionalmente, ela também tem problemas com a Chefia de seu Departamento que se recusa a permitir que ela use livros em suas aulas sob a alegação de que os mesmos são logo danificados pelos alunos. A orientação que lhe é dada é para que ela se dedique a fazer com seus alunos se tornem mais disciplinados e obedientes.

Certa noite, duas estudantes, Eva Benitez, uma jovem hispânica, e Sindy, uma refugiada cambojana, encontram-se numa mesma Loja de Conveniências. No local, outro estudante, Grant Rice, ao perder seu dinheiro em um jogo, exige que o proprietário o devolva. Não conseguindo seu intento, ele explode de raiva, ocasião em que o namorado de Eva tenta matá-lo, mas acidentalmente termina por matar o namorado de Sindy.

No Colégio, Gruwell intercepta um desenho racista de um de seus alunos e o aproveita para lhes falar sobre o holocausto. Agindo assim, gradualmente ela vai ganhando a confiança deles. Em seu esforço para conquistá-los, ela compra livros de redação para que eles gravem seus diários. Neles, os jovens falam sobre suas experiências de serem abusados, de verem seus amigos morrerem ou serem despejados.

Cada vez mais determinada a ajudá-los, Gruwell consegue dois empregos de tempo parcial a fim de poder comprar mais livros, para desapontamento de seu marido. Seus alunos, no entanto, começam a se comportar com respeito e a aprender mais. A transformação é especialmente visível em um de seus alunos, Marcus.

Nesse seu esforço, ela convida vários sobreviventes do holocausto para falarem com sua turma sobre suas experiências e levá-los em uma viagem de campo para que conheçam o Museu da Tolerância. Por outro lado, esses seus métodos nada ortodoxos são criticados por seus colegas e, principalmente, pela chefe de seu Departamento, Margaret Campbell.

No ano seguinte, ela continua ensinando ao mesmo grupo de alunos. Em classe, ao lerem o “Diário de Anne Frank”, Gruwell convida Miep Gies, a mulher que abrigou a família de Anne Frank durante a ocupação nazista, para falar com eles sobre essa sofrida experiência. Quando Marcus lhe diz que ela é sua heroína, ela nega, alegando que apenas estava fazendo a coisa certa.

Gruwell pede aos seus alunos para escreverem seus Diários em forma de livro. Em seguida, ela compila as informações e dá ao trabalho final o nome de “O Diário dos Escritores da Liberdade”.

Agindo sempre assim, Gruwell consegue que um grande número de seus alunos chegue à graduação e até mesmo à Faculdade.

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Comentários

Embora não chegue aos pés do grande clássico dos anos 50, “Sementes de Violência”, com Glenn Ford (professor) e Sidney Poitier (um dos alunos), “Escritores da Liberdade” é, sem dúvida alguma, um filme muito bom que também aborda os temas da violência de gangues juvenis e da intolerância racial. Embora não apresente respostas miraculosas, com certeza dá esperança.

No elenco, o grande nome a ser citado é o de Hillary Swank que nos brinda com um trabalho excepcional no papel da professora Erin Gruwell, seguido pelos dos atores Patrick Dempsey e Scott Glenn, ambos apresentando-nos muito boas atuações.

Na área técnica, merecem atenção o trabalho do diretor e roteirista Richard LaGravenese, bem como, a trilha sonora e a fotografia de Jim Denault.

CAA