Filmes por gênero

PARAISOS ARTIFICIAIS (2012)

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Ficha Técnica

Outros Títulos: Artificial Paradises (Estados Unidos, Reino Unido)
Les paradis artificiels (França)
Mesterséges mennyországok (Hungria)
Pais: Brasil
Gênero: Drama
Direção: Marcos Prado
Roteiro: Cristiano Gualda, Pablo Padilla, Marcos Prado
Produção: José Padilha
Música Original: Rodrigo Coelho, Gustavo MM
Fotografia: Lula Carvalho
Edição: Quito Ribeiro
Direção de Arte: Cláudio Amaral Peixoto
Figurino: Cláudia Kopke
Maquiagem: Martín Macías Trujillo
Efeitos Sonoros: Alessandro Laroca, Eduardo Virmond Lima, Armando Torres Jr, Leandro Lima
Efeitos Especiais: Robson Sartori
Efeitos Visuais: Rogério Marinho
Nota: 7.2
Filme Assistido em: 2012

Elenco

Nathalia Dill Érika
Luca Bianchi Nando
Lívia de Bueno Lara
Bernardo Melo Barreto Patrick
César Cardadeiro Lipe
Divana Brandão Márcia
Cadu Favero Anderson
Erom Cordeiro Carlão
Roney Villela Mark
Emílio Orciollo Neto Mouse
Mathias Gottfried Cornélius
Yan Cassali Tomás

Indicações

Grande Prêmio Brasileiro de Cinema, Brasil

Prêmio de Melhor Fotografia (Lula Carvalho )

Prêmio de Melhor Direção de Arte (Claudio Amaral Peixoto)

Prêmio de Melhor Figurino (Cláudia Kopke )

Prêmio de Melhores Efeitos Especiais (Robson Sartori)

Prêmio de Melhor Som

Prêmios Contigo do Cinema, Brasil

Prêmio do Júri de Melhor Filme

Prêmio do Júri de Melhor Fotografia (Lula Carvalho)

Festival Audiovisual do Recife

Troféu Calunga de Melhor Atriz Coadjuvante (Divana Brandão)

Troféu Calunga de Melhor Fotografia (Lula Carvalho)

Troféu Calunga de Melhor Edição de Som (Alessandro Laroca, Armando Torres Jr., Eduardo Lima)

Troféu Calunga de Melhor Montagem (Quito Ribeiro)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Ao sair da prisão, depois de cumprir pena por ter-se envolvido com o tráfico internacional de drogas, Nando volta pra casa, onde o clima não é dos melhores. Ao presenciar uma discussão entre seu irmão caçula, Felipe, e sua mãe, descobre que ele também se enveredou pelo mundo das drogas. Não suportando vê-lo seguir seus passos, principalmente depois de encontrar involuntariamente um generoso pacote de ecstasy entre as coisas de Lipe, Nando discute severamente com o irmão e, em seguida, retorna em pensamento ao passado, quando esteve na cidade holandesa de Amsterdã em companhia de seu melhor amigo, Patrick.

Assim, em flashback, o filme mostra esse período em que Nando e Patrick estiveram na Holanda planejando contrabandear drogas para o Brasil. Numa noitada em uma boate local, ele encontra Érika, uma bela deejay brasileira que se acha na cidade a trabalho, seguindo sua carreira internacional no mundo da música eletrônica, em festas e raves regadas a drogas, como balas, doces e gotas alucinógenas. A atração entre os dois é inevitável e eles iniciam um tórrido romance que acaba por retardar o retorno de Nando ao Brasil. Embora lembre-se que, anos antes, os dois já haviam tido um caso durante uma rave numa paradisíaca praia de Pernambuco, Érica omite tal fato para ele. Em Amsterdã, o rompimento entre os dois se dá quando a jovem descobre que Nando se acha ligado ao tráfico internacional de drogas.

Em um novo flashback, o filme retorna ainda mais no tempo para relembrar a citada rave no litoral pernambucano, onde os jovens buscavam novas experiências sensoriais e desejavam apenas se divertir com total liberdade, testando seus próprios limites, o que incluía o uso de diferentes drogas alucinógenas. Além de se apresentar como deejay, a talentosa Érika é apresentada a Nando por sua melhor amiga, Lara. Envolvidos no clima reinante na rave, os três vivem intensos momentos, inclusive um no qual Érika e Lara se entregam a uma apaixonada relação sexual entre as duas.

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Comentários

Realizado pelo cineasta Marcos Prado, “Paraísos Artificiais” é um bom filme brasileiro. Sua trama procura mostrar o envolvimento dos jovens com o mundo das drogas no início do século XXI, o que é feito em um universo embalado pela batida da música eletrônica sempre presente nas festas e raves por eles frequentados.

O roteiro, elaborado por Pablo Padilla, Cristiano Gualda e Marcos Prado, não segue uma ordem cronológica, apresentando idas e vindas no tempo, o que às vezes dificulta um pouco seu entendimento por parte do espectador. Ao mostrar a euforia dos jovens quando curtem os efeitos das drogas, com cenas de alucinações e sexo, o filme não procura condenar nem apoiar tais comportamentos, limitando-se a apresentá-los.

Na área técnica, além do bom trabalho realizado por Marcos Prado, destacam-se a música de Rodrigo Coelho e a fotografia de Lula Carvalho. No elenco, o grande nome a ser destacado é o da jovem atriz Nathalia Dill no papel da bela deejay Érika.

CAA