Filmes por gênero

QUERO VIVER! (1958)

I Want to Live!
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Je veux vivre! (França)
Non voglio morire (Itália)
Quiero vivir (Espanha)
La que no quería morir (Argentina)
Laßt mich leben (Alemanha)
Jag vill leva! (Suécia)
Chce zyc! (Polônia)
Jeg vil leve! (Dinamarca)
Искам да живея! (Bulgária)
Я хочу жить! (União Soviética)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Biográfico, Drama, Crime, Filme Noir
Direção: Robert Wise
Roteiro: Nelson Gidding, Don Mankiewicz
Produção: Walter Wanger
Música Original: Johnny Mandel
Direção Musical: Johnny Mandel
Fotografia: Lionel Lindon
Edição: William Hornbeck
Guarda-Roupa: Wesley Jeffries, Angela Alexander
Maquiagem: Thomas Tuttle, Jack Stone
Efeitos Sonoros: Fred Lau
Nota: 8.5
Filme Assistido em: 1959

Elenco

Susan Hayward Barbara Graham
Simon Oakland Edward S. 'Ed' Montgomery
Virginia Vincent Peg
Theodore Bikel Carl G.G. Palmberg
Wesley Lau Henry L. Graham
Philip Coolidge Emmett Perkins
Lou Krugman John R. 'Jack' Santo
James Philbrook Bruce King
Bartlett Robinson Promotor Milton
Gage Clarke Advogado Richard G. Tibrow
Rusty Lane Juiz
Joe De Santis Al Matthews
John Marley Padre Devers
Raymond Bailey Diretor de San Quentin
Alice Backes Enfermeira em San Quentin
Marion Marshall Rita
Wendell Holmes Detetive
Gavin MacLeod Tenente da Polícia
Hope Summers Policial Ethel
Russell Thorson Sargento em San Quentin
Paul Genge Inspetor da Polícia
Dabbs Greer Capitão em San Quentin
Stafford Repp Sargento da Polícia
Mike Lally Repórter
Jon Lormer Médico em San Quentin
Peter Breck Ben Miranda

Prêmios

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA

Oscar de Melhor Atriz (Susan Hayward)

Círculo dos Críticos de Cinema de Nova York, EUA

Prêmio de Melhor Atriz (Susan Hayward)

Festival de Cinema de Mar del Plata, Argentina

Prêmio de Melhor Atriz (Susan Hayward)

Prêmios Globo de Ouro, EUA

Prêmio de Melhor Atriz em um Drama (Susan Hayward)

Prêmios David di Donatello, Itália

Prêmio Golden Plate por sua brilhante atuação (Susan Hayward)

Prêmios Sant Jordi de Barcelona

Prêmio de Melhor Atriz Estrangeira (Susan Hayward)

Indicações

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA

Oscar de Melhor Direção (Robert Wise)

Oscar de Melhor Edição (William Hornbeck)

Oscar de Melhor Roteiro Adaptado (Nelson Gidding, Don Mankiewicz)

Oscar de Melhor Fotografia em Preto e Branco (Lionel Lindon)

Oscar de Melhores Efeitos Sonoros (Gordon Sawyer)

Academia Britânica de Cinema e Televisão, Inglaterra

Prêmio de Melhor Atriz Estrangeira (Susan Hayward)

Prêmios Globo de Ouro, EUA

Prêmio de Melhor Filme - Drama

Prêmio de Melhor Direção (Robert Wise)

Grêmio dos Diretores da América

Prêmio por Direção Excepcional (Robert Wise)

Prêmios Laurel, USA

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Atriz em um Drama (Susan Hayward)

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Drama (5º lugar)

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Fotografia em Preto e Branco (Lionel Lindon)

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Trilha Sonora (Johnny Mandel)

Grêmio dos Roteiristas da América

Prêmio de Melhor Drama escrito diretamente para o cinema (Nelson Gidding, Don Mankiewicz)

Festival de Cinema de Mar del Plata, Argentina

Prêmio de Melhor Filme - Competição Internacional (Robert Wise)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Barbara Grahan é uma mulher de vida fácil, que vem de casamentos fracassados e passa seus dias se envolvendo com delinquentes e desocupados de São Francisco. Mentirosa compulsiva, acaba sendo condenada à prisão por perjúrio, o que lhe deixa sem credibilidade perante a Justiça.

Algum tempo depois, em liberdade condicional, ela tenta mudar de vida, casa-se com um barman e tem um filho, Bobby, mas o casal discute frequentemente, por causa do vício em drogas do marido, e termina se separando. Passados alguns dias, ao ser ameaçada de despejo, ela deixa o filho com sua mãe e, precisando de dinheiro, volta à vida incerta, passando cheques sem fundo e se envolvendo com criminosos perigosos. Presa juntamente com eles, Barbara é acusada de homicídio pelos cúmplices. Ela nega, de todas as formas, a autoria do crime.

À medida que a data de sua execução se aproxima, Barbara vacila entre ansiedade e desespero, escrevendo longas cartas para Carl, seu psicólogo, Peg, sua melhor amiga e Ed Montgomery, um repórter que se tornou seu amigo. Certo dia, quando Peg traz Bobby para visitá-la, o Supremo Tribunal dá esperanças de que sua sentença possa ser comutada, mas quando um requerimento de seu advogado, solicitando um novo julgamento, é negado, a data de execução é definida. No dia anterior à sua execução, uma Barbara resignada se esforça para manter uma atitude corajosa, após sua transferência para San Quentin. Depois de se confessar com um padre da prisão, ela ouve, através de um rádio, que vários casais se mostram interessados em adotar seu filho.

Ao amanhecer, não querendo ver os rostos dos repórteres, ela exige uma máscara e é guiada até a câmara de gás, onde finalmente é morta.

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Comentários

Realizado pelo cineasta Robert Wise, a partir de um roteiro escrito por Nelson Gidding e Don Mankiewicz, “Quero Viver!” é um filme norte-americano produzido em 1958. Sua trama, baseada numa história verídica, é uma adaptação de artigos do jornalista Ed Montgomery, vencedor do Prêmio Pulitzer, e de cartas escritas pela própria prisioneira.

Na direção, Wise, demonstrando mais uma vez seu completo domínio da câmera, nos brinda com mais um belo trabalho, o que lhe valeu várias indicações a prêmios, dentre os quais o cobiçado Oscar e o Globo de Ouro. Na área técnica, merecem ainda ser destacadas, a bela fotografia em preto e branco, assinada por Lionel Lindon, e a ótima trilha sonora a cargo de Johnny Mandel.

No elenco, Susan Hayward brilha no papel principal, seguida pelas ótimas atuações de Simon Oakland e Theodore Bikel.

CAA