Filmes por gênero

JÁ FOMOS TÃO FELIZES (1960)

Please don't eat the daisies
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Por favor não comam os malmequeres (Portugal)
Ne mangez pas les marguerites (França)
Non mangiate le margherite (Itália)
No os comáis las margaritas (Espanha)
Eramos tan felices (México)
Meisterschaft im Seitensprung (Alemanha)
Handen på hjärtat (Suécia)
Som vinden blæser (Dinamarca)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Comédia Romântica
Direção: Charles Walters
Roteiro: Isobel Lennart
Produção: Joe Pasternak
Música Original: David Rose
Música Não Original: Ray Evans, Jay Livingstone
Coreografia: Robert Sidney
Fotografia: Robert Bronner
Edição: John McSweeney Jr.
Direção de Arte: George W. Davis, Hans Peters
Figurino: Morton Haack
Guarda-Roupa: Evelyn Rickart, Russel B. Caplan
Maquiagem: William Tuttle
Efeitos Sonoros: Franklin Milton, Van Allen James, Conrad Kahn
Efeitos Visuais: Lee LeBlanc, Matthew Yuricich
Nota: 8.0
Filme Assistido em: 1961

Elenco

Doris Day Kate Mackay
David Niven Lawrence 'Larry' Mackay
Janis Paige Deborah Vaughn
Spring Byington Suzie Robinson
Richard Haydn Alfred North
Patsy Kelly Maggie
Jack Weston Joe Positano
John Harding Reverendo McQuarry
Margaret Lindsay Mona James
Carmen Phillips Mary Smith
Mary Patton Sra. Hunter
Charles Herbert David Mackay
Stanley Livingstone Gabriel Mackay
Flip Mark George Mackay
Baby Gellert Adam Mackay
Madge Blake Sra. Kilkinny
Gail Bonney Srta. Bonney
Irene Tedrow Sra. Greenfield
Peter Leeds Secretário de Mackay
Geraldine Wall Dra. Sprouk
Anatol Winogradoff Professor
Amy Douglass Martha
Frank Wilcox Entrevistador da TV
Bess Flowers Mulher no elevador
Richard Collier Vendedor de tecidos
Larry McCormick Ascensorista
Marina Koshetz Jane March

Indicações

Grêmio dos Diretores da América

Prêmio por Direção Excepcional (Charles Walters)

Grêmio dos Roteiristas da América

Prêmio de Melhor Roteiro de uma Comédia Americana (Isobel Lennart)

Prêmios Laurel, USA

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Comédia

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante (Janis Paige)

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante (Spring Byington)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Kate Mackay é uma dona-de-casa com quatro filhos pequenos que qualquer dia vão emprestar seus nomes para batizarem novos furacões, tamanha a bagunça que costumam aprontar.  Seu marido, Larry Mackay, é um antigo professor universitário e severo crítico de teatro.

Ao conseguir uma coluna num dos mais famosos jornais de Nova York, ele se torna um dos mais respeitados críticos da cidade.  Certa noite, quando da estréia de uma peça de Alfred North, seu amigo e compadre, Larry vai ao teatro em companhia de Kate.

A peça de Alfred, que na realidade é um musical, não agrada ao crítico, o que o leva a fazer uma ferrenha crítica em sua nova coluna, a despeito de sua ligação pessoal com Alfred.  A estrela do musical, Deborah Vaughn, é igualmente massacrada pelo crítico.  Na manhã seguinte, quando a família se encontra tomando o café da manhã, Alfred entra como um furacão empunhando o jornal do dia.

Mais tarde, num restaurante, enquanto Larry aguarda a chegada de Kate, Deborah vai até sua mesa e o esbofeteia, o que é registrado pela câmera de um fotógrafo por ela contratado.  Quando a foto é publicada, Larry reforça as críticas anteriormente feitas.

As constantes festas que o renomado crítico passa a freqüentar mexem um pouco com sua cabeça, incomodando Kate.  Os dois resolvem comprar uma casa de campo, a 67 km de Nova York.  A casa escolhida, grande, necessita de uma boa reforma.

Kate assume os serviços da reforma, ao mesmo tempo em que sugere que Larry passe uma semana num luxuoso hotel de Nova York, já que o barulho das obras atrapalharia seu trabalho.

Num restaurante, Larry e Deborah voltam a se encontrar, oportunidade em que ela lhe diz que os tapas que lhe deu o tornaram mais atraente.  Os dois fazem as pazes, mas ele repele qualquer possibilidade de um relacionamento mais próximo.

Em Hooton, localidade onde agora o casal reside, Kate passa a trabalhar com um grupo de teatro amador na montagem de uma peça beneficente.  Com a ajuda de Alfred, ela consegue o texto de "Música Fantasmagórica", de Irving O'Reilly.  Os ensaios começam.  Uma semana depois, Larry passa em casa e a encontra totalmente reformada.  Não encontrando Kate, ele a procura no teatro onde ela ensaia.  Uma vez lá, descobre que a peça que está sendo ensaiada foi por ele escrita e  fortemente criticada na época.  É que, por vingança, Alfred entregou à Kate um velho trabalho de Larry revestido com uma capa falsa.

Revoltado, ele interrompe e proíbe o ensaio.  Kate o confronta, dizendo-lhe que jamais o perdoará se ele se mantiver irredutível.  Diante da situação criada, ele termina permitindo sua encenação.

Quando sua peça  é finalmente apresentada ao público, ele não a poupa em sua coluna.  Kate vai até o hotel onde ele se acha hospedado e o traz de volta para casa.

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Comentários

"Já Fomos Tão Felizes" é uma deliciosa comédia romântica.  Realizado pelo cineasta Charles Walters, o filme se baseia num livro homônimo, um best-seller semi-autobiográfico de Jean Kerr, esposa do famoso crítico de teatro, Walter Kerr.

A história gira em torno dos problemas vividos por um professor de teatro, quando o mesmo se vê contratado por um dos maiores jornais de Nova York.

Embora não se trate de um musical, Doris Day deixa sua marca registrada ao interpretar canções como 'Please Don't Eat The Daisies', com um grupo de crianças, e 'Anyway The Wind Blows', com um grupo de teatro amador.

Nos papéis principais, Doris Day e David Niven estão ótimos, embora lhes falte um pouco de química.  Como coadjuvantes, merecem destaques Janis Paige, Richard Haydn, Jack Weston e Spring Byington.

CAA