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SE EU FOSSE VOCÊ (2005)

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Ficha Técnica

Pais: Brasil
Gênero: Comédia
Direção: Daniel Filho
Roteiro: Daniel Filho, Adriana Falcão, Renê Belmonte, Carlos Gregório
Produção: Daniel Filho, Iafa Britz, Marcos Didonet, Vilma Lustosa
Música Original: Rita Lee, Roberto de Carvalho, Guto Graça Mello, Nelson Motta
Direção Musical: Guto Graça Mello
Fotografia: José Roberto Eliezer
Edição: Felipe Lacerda
Direção de Arte: Marcos Flaksman
Figurino: Beth Filipeck
Guarda-Roupa: Renaldo Machado
Efeitos Sonoros: Zezé d'Alice, Daniel Turini, Fernando Henna e outros
Efeitos Especiais: Mauricio Couto Bevilaqua
Efeitos Visuais: Rogério Marinho, Ariel Wollinger
Nota: 7.1
Filme Assistido em: 2006

Elenco

Tony Ramos Cláudio
Glória Pires Helena
Thiago Lacerda Marcos
Lavínia Vlasak Bárbara
Patrícia Pillar Dra. Cris
Maria Ceiça Márcia
Glória Menezes Vivinha
Dennis Carvalho Arnaldo
Jorge Fernando Ufólogo
Danielle Winits Cibele
Ary Fontoura Padre
Carla Daniel Regina
Maria Gladys Cida
Antônia Frering Tereza
Lara Rodrigues Bia
Marcela Muniz Marília
Helena Fernandez Débora
Thomas Morkos Cauê
Leandro Hassun Maurício

Indicações

Grande Prêmio Brasileiro de Cinema, Brasil

Prêmio de Melhor Longa-Metragem Brasileiro

Prêmio de Melhor Direção (Daniel Filho)

Prêmio de Melhor Roteiro Original

Prêmio de Melhor Edição

Prêmio de Melhor Direção de Arte

Prêmio de Melhor Atriz (Glória Pires)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Cláudio é um publicitário bem-sucedido de 50 anos, sócio da Agência onde trabalha.  Casado com Helena, 40 anos, uma professora de música e coordenadora de um coral infantil, vez ou outra o casal tem uma briguinha, embora seja indiscutível  que eles se amem muito.

Um dia, entretanto, após uma dessas discussões, os dois vão para a cama e, ao acordarem na manhã seguinte, percebem em pânico que foram atingidos por um fenômeno inexplicável:  eles trocam literalmente de corpos.  A consciência de Cláudio havia migrado para o corpo de Helena, e vice-versa.  Portanto, Cláudio passa a ter o corpo da mulher, enquanto Helena o do marido.

Apavorados, decidem manter uma aparência de normalidade até conseguirem reverter aquela incrível e insustentável situação.  Para isso, cada um é obrigado a assumir, em todos os sentidos e conseqüências, a vida do outro.  Coincidentemente, ambos estão passando por um momento especial em suas vidas.  Cláudio está coordenando uma campanha publicitária fundamental para o destino de sua empresa, enquanto Helena tem uma apresentação importante com seu coral em apenas alguns dias.

A isso, somam-se outras dificuldades, como as intervenções da mãe de Helena, bisbilhotando a vida do casal;  as pressões do sócio majoritário, ameaçando vender a Agência a um grupo paulista e, com isso, deixando Cláudio em máus lençóis;  as solicitações da filha adolescente e da vida doméstica;  a difícil adaptação a um corpo de outro sexo;  as situações sociais totalmente novas para cada um, etc.

Com o tempo, eles percebem que a única maneira de sobreviverem a tantos desafios é se unirem para, juntos, tentarem sair dessa situação em que se meteram.  É o que decidem fazer.  E, à medida que vão suplantando os obstáculos, vão aprendendo mais sobre o outro e sobre si próprios.

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Comentários

"Se Eu Fosse Você" é uma ótima comédia brasileira, leve, divertida e inteligente, sem apelar para piadas exageradas, como ocorre em um grande número delas.

Realizado pelo diretor da Globo, Daniel Filho, que também participa da elaboração do roteiro, o filme conta a história de um casal que troca de corpo durante a conjunção de Venus, Terra e Marte, numa fase em que marido e mulher passam por uma crise conjugal.

Embora não se trate de um filme tecnicamente perfeito, "Se Eu Fosse Você" é imperdível graças ao magnífico trabalho dos já consagrados atores Tony Ramos e Glória Pires.  Eles dão um show de interpretação, digno de premiação.  Como atores coadjuvantes, vários nomes de destaque do teatro e televisão brasileiros em pequenos papéis.

Merece ainda ser mencionada a participação do Coral das Meninas de Petrópolis ao interpretar, sob a "regência" da personagem vivida por Glória Pires, uma adaptação contemporânea de uma sinfonia de Beethoven.

CAA